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    <title>Feed MRSS-S celso_amorim_a</title>
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    <language>pt</language>
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      <title>Um grupo de intelectuais e políticos promove a Internacional Progressista</title>
      <pubDate>Mon, 11 May 2020 13:34:03 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>El País</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Noam Chomsky, Naomi Klein, Yanis Varoufakis, Fernando Haddad, dentre outros, insistem na defesa da democracia, da solidariedade, da igualdade e da sustentabilidade</dcterms:alternative>
      <description>Noam Chomsky, Naomi Klein, Yanis Varoufakis, Fernando Haddad, dentre outros, insistem na defesa da democracia, da solidariedade, da igualdade e da sustentabilidade</description>
      <category>Ecologismo</category>
      <category>Yanis Varoufakis</category>
      <category>Fernando Haddad</category>
      <category>Rafael Correa</category>
      <category>Gael García Bernal</category>
      <category>Intelectuales</category>
      <category>Políticos</category>
      <category>Organizaciones internacionales</category>
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      <category>Democracia</category>
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      <category>Pandemia</category>
      <category>Coronavirus</category>
      <category>Celso Amorim</category>
      <category>Arundhati Roy</category>
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        <media:credit>Andreu Dalmau (EFE)</media:credit>
        <media:text>A jornalista, escritora e ativista canadense Naomi Klein, em Barcelona.</media:text>
        <media:description>A jornalista, escritora e ativista canadense Naomi Klein, em Barcelona.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;O movimento pró-democrático e pan-europeísta &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/diem_25_movimiento_democracia_en_europa_2025" target=_blank&gt;DiEM25&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://www.sandersinstitute.com/" target=_blank&gt;Instituto Sanders&lt;/a&gt;, dos EUA, lançam nesta segunda-feira a Internacional Progressista. Mais de 40 políticos e intelectuais de todos os continentes ― &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/noam-chomsky/" target=_blank&gt;Noam Chomsky&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/yanis-varoufakis/" target=_blank&gt;Yanis Varoufakis&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/fernando-haddad/" target=_blank&gt;Fernando Haddad&lt;/a&gt;, entre outros – participam da iniciativa, que tem como objetivo fomentar a união, coordenação e mobilização de ativistas, associações, sindicatos, movimentos sociais e partidos em defesa da democracia, da solidariedade, da igualdade e da sustentabilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2020-05-11/um-grupo-de-intelectuais-e-politicos-promove-a-internacional-progressista.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;MOBILIZAÇÃO, PENSAMENTO E MEIOS&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;A Internacional Progressista pretende atuar em três planos: fomentar a mobilização social, estimular a reflexão intelectual e promover a difusão de novas ideias progressistas através de uma rede de meios de comunicação. Neste último quesito, a ideia é potencializar o impacto das informações criando um elo entre diferentes redações de jornais. Entre os títulos que aderem ao projeto figuram o norte-americano The Nation, o italiano Internazionale, o francês Mediapart, o polonês Krytyka Polityczna, mais Africa Is a Country, Brasil Wire, Lausan Collective e The Wire India. &lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Celso Amorim: “Não sei quem incentiva as falas do general Villas Bôas. Não são positivas”</title>
      <pubDate>Tue, 25 Sep 2018 15:11:24 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Jorge Morla,Ricardo Della Coletta</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Ex-ministro da Defesa, petista critica declarações do comandante do Exército, que especulou sobre a legitimidade do sucessor de Temer</dcterms:alternative>
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      <category>Eleições Brasil 2018</category>
      <category>Celso Amorim</category>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/20/politica/1537467412_871279.html" title="Como reconhecer uma notícia falsa para não compartilhar mentiras" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2018/09/21/politica/1537547802_183177_1537548714_noticia_normal.jpg" width="980" height="649" alt="Celso Amorim, durante sua passagem por Madri. "&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Poucos currículos políticos resistem à comparação com o de &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/17/politica/1463513447_190209.html"&gt;Celso Amorim (Santos, 1942)&lt;/a&gt;. Para começar, é o mais longevo ministro das Relações Exteriores do Brasil. Comandou o Itamaraty em dois períodos: 1993-1994 e 2003-2010, durante toda a era Lula. A última pasta que ocupou foi a da Defesa (2011-2014), no &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/02/politica/1535916269_892259.html"&gt;Governo de Dilma Rousseff&lt;/a&gt;, deposta no impeachment em 2016. É com base nesta última experiência que Amorim minimiza o efeito dentro dos círculos militares das declarações do &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/07/politica/1533604469_386178.html"&gt;general da reserva Hamilton Mourão&lt;/a&gt;, candidato a vice na chapa de &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/jair_messias_bolsonaro"&gt;Jair Bolsonaro&lt;/a&gt;, que recentemente falou na elaboração de uma Constituição redigida por não eleitos. O vice de Bolsonaro também disse que, em caso hipotético de anarquia, o presidente poderia dar um "autogolpe" com o apoio das Forças Armadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/21/politica/1537547802_183177.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>“O povo brasileiro deve acordar para o perigo que Bolsonaro representa”</title>
      <pubDate>Wed, 19 Sep 2018 14:40:33 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Jorge Morla</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa, analisa a situação do Brasil em plena campanha eleitoral</dcterms:alternative>
      <description>Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa, analisa a situação do Brasil em plena campanha eleitoral</description>
      <category>Jair Bolsonaro</category>
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      <category>Felipe González Márquez</category>
      <category>José Luis Rodríguez Zapatero</category>
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      <category>América</category>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2018/09/18/actualidad/1537290700_130265_1537291045_noticia_normal.jpg" width="360" height="437" alt="Celso Amorim, ontem em Madri."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Poucas folhas de serviços políticos resistem à comparação com a de &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/celso_amorim"&gt;Celso Amorim&lt;/a&gt; (Santos, 1942). Foi Ministro das Relações Exteriores do Brasil em dois períodos (1993-1994 e 2003-2010) e a última pasta que ocupou foi a da Defesa (2011-2014) no Governo da deposta &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/dilma_rousseff"&gt;Dilma Rousseff&lt;/a&gt;. Em plena campanha eleitoral, o político do &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/pt_partido_trabajadores_brasil"&gt;Partido dos Trabalhadores&lt;/a&gt; visitou Madri para participar do seminário &lt;em&gt;Um Alerta Progressista para Fortalecer a Democracia e a Ordem Multipolar&lt;/em&gt;, na Casa de América, onde analisou a saúde da democracia em nível mundial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/18/internacional/1537290700_130265.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>O Acordo de Lausanne e a paz no Oriente Médio</title>
      <pubDate>Sun, 05 Apr 2015 16:41:42 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>El País</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Incontáveis vezes, ouvi de meus interlocutores norte-americanos que não era possível confiar no Irã. Não sei exatamente o que terá mudado; seja como for, o acordo deve ser saudado</dcterms:alternative>
      <description>Incontáveis vezes, ouvi de meus interlocutores norte-americanos que não era possível confiar no Irã. Não sei exatamente o que terá mudado; seja como for, o acordo deve ser saudado</description>
      <category>Acordo nuclear iraniano</category>
      <category>Opinião</category>
      <category>Celso Amorim</category>
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      <category>Irã</category>
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      <category>Energia nuclear</category>
      <category>Estados Unidos</category>
      <category>Relações internacionais</category>
      <category>Armamento</category>
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      <category>Oriente médio</category>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;Eu estava em Nova York, como integrante de uma comissão sobre justiça, segurança e governança globais, quando &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/04/04/internacional/1428153028_596352.html"&gt;os últimos retoques foram dados ao acordo-quadro&lt;/a&gt; entre os P5+1 (o grupo formado pelos cinco membros permanentes mais a Alemanha, mas na verdade capitaneado pelos Estados Unidos) e o Irã. Curiosamente, na manhã daquele dia, ninguém na reunião de que participavam vários ex-ministros (inclusive uma ex-secretária de Estado norte-americana) e outras personalidades ligadas à política internacional, provenientes das mais diversas partes do mundo, mencionou o tema. Foi somente durante o almoço com o Diretor da revista &lt;em&gt;Foreign Policy&lt;/em&gt;, David Rothkopf, que tomei conhecimento de que um anúncio sobre aquela espinhosa questão seria feito em minutos ou horas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/04/05/opinion/1428251333_076128.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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