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    <title>Feed MRSS-S chad_a</title>
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      <title>Seis golpes de Estado este ano: a epidemia ‘putschista’ que varre a África</title>
      <pubDate>Sat, 30 Oct 2021 12:46:02 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Marc Español,José Naranjo</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Corrupção, mau governo, crise econômica e social e indiferença internacional alimentam motins militares no continente</dcterms:alternative>
      <description>Corrupção, mau governo, crise econômica e social e indiferença internacional alimentam motins militares no continente</description>
      <category>Guinea</category>
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      <category>Crisis políticas</category>
      <category>Militares carrera</category>
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        <media:credit>- (AFP)</media:credit>
        <media:title>Un joven sudanés en una calle de Jartum durante una manifestación contra el golpe de Estado en su país celebrada el pasado 27 de octubre.</media:title>
        <media:text>Jovem sudanês em uma rua de Cartum durante manifestação contra o golpe de Estado em seu país, em 27 de outubro.</media:text>
        <media:description>Jovem sudanês em uma rua de Cartum durante manifestação contra o golpe de Estado em seu país, em 27 de outubro.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;Nesta segunda-feira, um &lt;a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-10-25/exercito-do-sudao-da-golpe-de-estado-e-dissolve-governo-de-transicao.html" target="_blank"&gt;grupo de militares deu um golpe de Estado no Sudão&lt;/a&gt; e frustrou a transição democrática iniciada em 2019. É o &lt;a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-09-05/grupo-de-militares-protagoniza-golpe-de-estado-na-guine.html" target="_blank"&gt;sexto golpe militar na África&lt;/a&gt; em 2021 e que, no caso de Mali, Guiné e Chade, levaram jovens oficiais ao poder sem passar pelas urnas. Uma verdadeira “epidemia” &lt;i&gt;putschista&lt;/i&gt;, como qualificou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres. A corrupção, o mau governo, a &lt;a href="https://brasil.elpais.com/planeta-futuro/2021-07-12/os-piores-dados-da-fome-em-uma-decada.html" target="_blank"&gt;crise econômica e social&lt;/a&gt; derivada da covid-19 ou a indiferença, inclusive cumplicidade, da comunidade internacional criam o ambiente propício, alertam os especialistas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-10-30/seis-golpes-de-estado-este-ano-a-epidemia-putschista-que-varre-a-africa.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Presidente do Chade morre em combate contra rebeldes poucas horas depois de reeleito</title>
      <pubDate>Tue, 20 Apr 2021 15:52:34 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>José Naranjo</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Mahamat Idriss Déby, filho do falecido chefe de Estado, assume o poder à frente de uma junta militar e anuncia uma transição de 18 meses </dcterms:alternative>
      <description>Mahamat Idriss Déby, filho do falecido chefe de Estado, assume o poder à frente de uma junta militar e anuncia uma transição de 18 meses </description>
      <category>Chad</category>
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        <media:credit>AMMAR AWAD</media:credit>
        <media:text>O presidente chadiano, Idriss Déby, durante visita a Israel em 2018.</media:text>
        <media:description>O presidente chadiano, Idriss Déby, durante visita a Israel em 2018.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;O presidente do &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/chad/" target=_blank&gt;Chade&lt;/a&gt;, Idriss Débi, morreu nesta terça-feira em consequência de ferimentos sofridos durante os combates à frente de suas tropas contra um &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/10/internacional/1533901618_963321.html" target=_blank&gt;grupo rebelde armado&lt;/a&gt; no norte do país, segundo informou o general Azem Bermandoa Agouna, porta-voz do Exército, em um comunicado lido na televisão nacional. “O presidente da República, chefe de Estado, chefe supremo dos exércitos, Idriss Déby Itno, acaba de falecer defendendo a integridade territorial do Chade no campo de batalha”, diz o texto. A reeleição do presidente chadiano para seu sexto mandato tinha sido informada nesta segunda-feira pela comissão eleitoral, que anunciou sua vitória nas eleições de 11 de abril com 79,32% dos votos. Em um país marcado por conflitos constantes desde sua independência em 1960, o próprio Déby chegou ao poder, há 31 anos, liderando uma rebelião.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-04-20/presidente-do-chade-morre-em-combate-contra-rebeldes-poucas-horas-depois-de-reeleito.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>A orgia que questiona os fundamentos das ONGs</title>
      <pubDate>Sat, 17 Feb 2018 17:15:34 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Belén Domínguez Cebrián</dc:creator>
      <dcterms:alternative>O escândalo de abusos sexuais na filial britânica da Oxfam no Haiti revela a fragilidade dos sistemas de controle, e que tais práticas não são um caso isolado</dcterms:alternative>
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      <category>África subsaariana</category>
      <category>Europa Ocidental</category>
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        <media:credit>HECTOR RETAMAL (AFP)</media:credit>
        <media:text>Entrada aos escritórios da Oxfam em Porto Príncipe (Haiti)</media:text>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2018/02/12/internacional/1518454290_091888_1518792223_noticia_normal.jpg" width="980" height="550" alt="Entrada aos escritórios da Oxfam em Porto Príncipe (Haiti)"&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Sete anos depois, quando o ocorrido veio à tona — e a &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/ong_organizaciones_no_gubernamentales/a"&gt;ONG&lt;/a&gt; se desculpou —, alguns de seus empregados revelam que essas atividades são frequentes no setor humanitário. "Não me surpreende que a equipe tenha pago prostitutas, isso é muito comum entre os cooperadores que trabalham em Estados falidos, como Haiti, Somália, Sudão ou República Centro-Africana, mas de fato eram menores e era uma orgia", diz uma fonte da ONG.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/12/internacional/1518454290_091888.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;HOLANDA SABIA, E OCULTOU&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;A Oxfam Novib, a filial holandesa da Oxfam Internacional, sabia desde 2012 que vários empregados da ONG britânica haviam contratado prostitutas no Haiti, depois do terremoto de 2010. Farah Karimi, a diretora em Haia, reconheceu isso e pediu desculpas, mas também justificou seu silêncio alegando “que se tratava de um assunto do Reino Unido”. Seu silêncio já se traduziu na perda de cerca de 2.000 doadores nos Países Baixos. “Fazemos o possível para recuperar a confiança de nossos doadores e de todos aqueles que apoiam a missão e visão da Oxfam” disse Karimi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Novib não tinha pessoal na área, mas remeteu a Londres “uma parte dos 15 milhões de euros (60 milhões de reais) em donativos do público recebidos em conjunto pelas organizações humanitárias radicadas na Holanda, que se associaram depois do terremoto”, segundo um comunicado. O escritório de Haia pediu uma auditoria independente para saber se a ajuda econômica holandesa tinha sido usada pelos envolvidos nas orgias. Depois de comprovar que isso não ocorreu, encaminharam os resultados ao Ministério das Relações Exteriores e ao Tribunal de Contas holandês. Ambas as instâncias concluíram por carta que “o caso estava encerrado, posto que não foram constatadas irregularidades contábeis”.&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Sentença histórica na África</title>
      <pubDate>Tue, 31 May 2016 22:44:29 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>El País</dc:creator>
      <dcterms:alternative>A condenação do ex-presidente chadiano Hissène Habré representa um marco na defesa dos direitos humanos</dcterms:alternative>
      <description>A condenação do ex-presidente chadiano Hissène Habré representa um marco na defesa dos direitos humanos</description>
      <category>Opinião</category>
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        <media:credit>STR (EFE)</media:credit>
        <media:text>O ex-líder do Chade Hissène Habré.</media:text>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2016/05/31/opinion/1464714115_128790_1464714227_noticia_normal.jpg" width="980" height="653" alt="O ex-líder do Chade Hissène Habré."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;A condenação à prisão perpétua do ex-presidente do Chade &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2014/03/31/internacional/1396300000_175731.html"&gt;Hissène Habré,&lt;/a&gt; culpado de tortura, estupro, tratamento desumano, &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/esclavitud/a/"&gt;escravidão&lt;/a&gt; forçada e execução sumária durante seu mandato, de 1982 a 1990, representa um marco sem precedentes na luta do continente africano em defesa dos &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/derechos_humanos/a"&gt;direitos humanos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/31/opinion/1464714115_128790.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Obama envia 80 militares ao Chade para buscar as 200 jovens sequestradas</title>
      <pubDate>Thu, 22 May 2014 00:08:46 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Marc Bassets</dc:creator>
      <dcterms:alternative>O presidente dos EUA ampliará o uso de ‘drones’ para localizar e resgatar as 200 jovens raptadas pelo Boko Haram</dcterms:alternative>
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      <category>Boko Haram</category>
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        <media:text>Um grupo de voluntários para participar na perseguição ao grupo Boko Haram, nesta quarta-feira no nordeste da Nigéria.</media:text>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2014/05/21/actualidad/1400708012_473476_1400710672_noticia_normal.jpg" width="560" height="350" alt="Um grupo de voluntários para participar na perseguição ao grupo Boko Haram, nesta quarta-feira no nordeste da Nigéria."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Os Estados Unidos enviaram 80 militares ao Chade, um aliado de Washington na África, para ajudarem a localizar e resgatar as mais de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/05/internacional/1399304988_810578.html" target="_blank"&gt;200 meninas sequestradas no mês passado na vizinha Nigéria pelo grupo islamista Boko Haram&lt;/a&gt;. Em uma carta ao líder da Câmara dos Representantes, o &lt;em&gt;speaker&lt;/em&gt; John Boehner, o presidente dos EUA, Barack Obama, informou nesta quarta-feira que essa tropas “apoiarão a operação de inteligência, vigilância e reconhecimento aéreo” no norte da Nigéria, onde supostamente se encontram as meninas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/21/internacional/1400708012_473476.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>A Nigéria e seus quatro países vizinhos declaram guerra ao Boko Haram</title>
      <pubDate>Sat, 17 May 2014 18:29:19 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>EFE</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Uma cúpula em Paris discute ações para frear o grupo terrorista que sequestrou 200 crianças
A França, os EUA e o Reino Unido apoiarão os Estados africanos em sua ofensiva</dcterms:alternative>
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      <category>Abdução Boko Haram</category>
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        <media:credit>T. C. (Getty)</media:credit>
        <media:text>Os participantes da cúpula para combater o Boko Haram, neste sábado em Paris.</media:text>
        <media:description>Os participantes da cúpula para combater o Boko Haram, neste sábado em Paris.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2014/05/17/actualidad/1400343233_222267_1400344886_noticia_normal.jpg" width="560" height="284" alt="Os participantes da cúpula para combater o Boko Haram, neste sábado em Paris."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;A Nigéria e seus quatro países vizinhos entraram em um acordo neste sábado para declarar guerra ao &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/boko_haram/a/" target="_blank"&gt;grupo terrorista Boko Haram,&lt;/a&gt; e terão o respaldo de França, Estados Unidos e Reino Unido, que também ajudarão a resgatar as mais de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/12/internacional/1399889943_183932.html" target="_blank"&gt;200 meninas sequestradas por esta organização&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/17/internacional/1400343233_222267.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>A Rússia exporta 27% das armas adquiridas no mundo</title>
      <pubDate>Mon, 14 Apr 2014 20:39:00 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2014/04/14/internacional/1397429963_105626.html</link>
      <dc:creator>Thomas Gualtieri</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Moscou se torna o segundo maior fornecedor global, atrás dos EUA</dcterms:alternative>
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      <category>Venda armas</category>
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        <media:credit>REUTERS</media:credit>
        <media:text>Um tanque russo no desfile do Dia da Vitória em Moscou em 2008.</media:text>
        <media:description>Um tanque russo no desfile do Dia da Vitória em Moscou em 2008.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2014/04/14/actualidad/1397429963_105626_1397496372_noticia_normal.jpg" width="560" height="270" alt="Um tanque russo no desfile do Dia da Vitória em Moscou em 2008."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;A &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/rusia/a/" target="_blank"&gt;Rússia&lt;/a&gt; se consolida no mundo como um grande exportador de armas. A indústria bélica do país não se limita apenas a abastecer o seu próprio Exército – um mercado potencializado por um intenso programa de rearmamento em médio prazo –, como também impulsiona suas vendas além das fronteiras nacionais. Segundo um relatório publicado em março pelo &lt;a href="http://www.forte.jor.br/tag/instituto-internacional-de-pesquisas-da-paz-de-estocolmo/" target="_blank"&gt;Instituto Internacional de Estocolmo para Pesquisas da Paz&lt;/a&gt; (SIPRI, na sigla em inglês), entre 2009 e 2013 a Rússia aumentou para 27% a sua participação no mercado bélico internacional, apenas dois pontos percentuais a menos que os EUA, o maior exportador mundial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/04/14/internacional/1397429963_105626.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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