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    <title>Feed MRSS-S conventos_a</title>
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      <title>Famílias postiças contra a sigilosa epidemia da solidão</title>
      <pubDate>Mon, 05 Feb 2018 15:32:17 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Sonia Vizoso</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Projeto de franciscanos na Espanha busca pessoas sozinhas para compartilhar alimentos, tarefas e companhia</dcterms:alternative>
      <description>Projeto de franciscanos na Espanha busca pessoas sozinhas para compartilhar alimentos, tarefas e companhia</description>
      <category>Betanzos</category>
      <category>Franciscanos</category>
      <category>Isolamento social</category>
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      <category>Provincia A Coruña</category>
      <category>Patrimônio eclesiástico</category>
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      <category>Espanha</category>
      <category>Problemas sociais</category>
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      <category>Iglesia Católica española</category>
      <category>Igreja católica</category>
      <category>Cristianismo</category>
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        <media:text>Participantes no projeto para combater a solidão no convento de San Francisco de Betanzos (La Coruña)</media:text>
        <media:description>Participantes no projeto para combater a solidão no convento de San Francisco de Betanzos (La Coruña)</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/06/ciencia/1459949778_182740.html" title="Solidão, uma nova epidemia" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2018/02/02/internacional/1517571336_119656_1517844176_noticia_normal.jpg" width="980" height="551" alt="Participantes no projeto para combater a solidão no convento de San Francisco de Betanzos (La Coruña)"&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Rosa enviuvou em agosto e desde então carrega nos ombros um pesado silêncio. Só o telefonema de uma amiga todos os dias às nove da noite diminui um pouco o seu vazio. Rosa vive na &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/galicia/a"&gt;Galícia&lt;/a&gt;, uma região chuvosa no norte da &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/espana/a"&gt;Espanha&lt;/a&gt;, onde impera o caráter introspectivo e estoico. Além disso, ela mora em uma aldeia, em Betanzos (província de A Coruña) que há anos não para de perder &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/poblacion/a"&gt;população&lt;/a&gt;. Esse telefonema é praticamente o único momento em que se comunica com alguém. “Conversamos durante meia hora. Não criticamos ninguém, mas comentamos coisas e a faço rir”, conta Pilar, a voz amiga de Rosa e uma das colaboradoras do projeto de iniciativa da ordem religiosa dos franciscanos na Galícia para combater &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/06/ciencia/1459949778_182740.html"&gt;a epidemia silenciosa da solidão&lt;/a&gt;, que se estende sem freio nos lares ocidentais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/02/internacional/1517571336_119656.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Carmelita é processada por torturar freiras sob sua responsabilidade na Argentina</title>
      <pubDate>Thu, 08 Sep 2016 21:45:52 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Federico Rivas Molina</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Ex-freira da congregação provoca escândalo ao revelar castigos físicos e psicológicos em convento</dcterms:alternative>
      <description>Ex-freira da congregação provoca escândalo ao revelar castigos físicos e psicológicos em convento</description>
      <category>Conventos</category>
      <category>Argentina</category>
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        <media:title>Imputada uma carmelita argentina por torturar às freiras a seu cargo</media:title>
        <media:text>O convento das Carmelitas Descalças em Nogoyá, Entre Ríos.</media:text>
        <media:description>O convento das Carmelitas Descalças em Nogoyá, Entre Ríos.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;A madre superiora de um convento da congregação das Carmelitas Descalças em Nogoyá, província de Entre Ríos, na &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/argentina/a/"&gt;Argentina&lt;/a&gt;, deverá prestar declarações em uma causa por privação ilegal de liberdade, torturas e redução à escravidão. O depoimento reservado de uma ex-freira revelou o que, durante anos, foi um segredo fechado entre as paredes e cercas que protegem as irmãs do exterior: mordaças, chicotes, cilício e golpes, além de longas jornadas de “torturas psicológicas” moldavam o caráter de 18 mulheres educadas para servir a Deus pela culpa e a penitência. A investigação contra María Isabel, como se chama a madre superiora, colocou em debate os limites da flagelação por vontade própria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/09/05/internacional/1473105152_670790.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Deus também emite seu chamado pelo Facebook</title>
      <pubDate>Mon, 16 Mar 2015 19:05:34 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Natalia Junquera</dc:creator>
      <dcterms:alternative>As freiras usam as redes sociais, recorrem a especialistas no Google e oferecem temporadas de 15 dias de teste em um convento para combater a crise vocacional</dcterms:alternative>
      <description>As freiras usam as redes sociais, recorrem a especialistas no Google e oferecem temporadas de 15 dias de teste em um convento para combater a crise vocacional</description>
      <category>Freiras</category>
      <category>Facebook</category>
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        <media:title>Deus também chama por Facebook</media:title>
        <media:text>Deus também chama por Facebook</media:text>
        <media:description>Deus também chama por Facebook</media:description>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;A reunião é em uma capela de Valladolid, na Espanha. Os convidados, elegantemente vestidos, se sentam nos bancos e pegam seus celulares para fotografar a jovem protagonista, Vanessa. Parece o cenário de um casamento. Até os diálogos se parecem —“Veio por vontade própria? Sim, venho livremente...”—. Mas não é. “Então ela vai ficar aqui para sempre?”, pergunta uma criança assustada à sua mãe. A jovem que recebe toda a atenção nesta igreja não é uma noiva; acaba de tornar-se freira de clausura nas &lt;a href="http://www.carmelitasvalladolid.es/" target="_blank"&gt;carmelitas descalças&lt;/a&gt;. E não voltará a sair do convento. Tem 29 anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/03/11/tecnologia/1426089473_056451.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/politica/imagenes/2015/03/11/actualidad/1426089473_056451_1426091637_sumario_normal.jpg" width="560" height="520" alt="Uma das fotos que as carmelitas de Valladolid, freiras de clausura, mostram em seu site."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/politica/imagenes/2015/03/11/actualidad/1426089473_056451_1426095155_sumario_normal.jpg" width="560" height="304" alt="Blanca Alonso, professora de noviças das Servas de Jesus, em Madri, mostra a página de Facebook da congregação."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/politica/imagenes/2015/03/11/actualidad/1426089473_056451_1426091428_sumario_normal.jpg" width="560" height="238" alt="A freira mais velha das carmelitas de Valladolid, de 89 anos, convive agora com meninas de 18 anos no convento."&gt;&lt;/img&gt;&lt;h3&gt;"É muito difícil aceitar. Minha filha não viveu nada ainda!"&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;“A incompreensão da sociedade está aí, como um leão rugindo em busca de alguém para devorar (...) Agora nos dizem de vez em quando: ‘São uma seita’. Pelo menos é uma seita onde não enfrento problemas. Não tente explicar porque não vão te entender”. O sacerdote se dirige a Vanessa, de 29 anos, que acaba de entrar nas Carmelitas descalças de Valladolid, e a quem não compreende essas jovens que abandonaram namorados, trabalhos e salários para entrar em um convento de clausura. Alguns estão na frente dele: são os pais desconcertados de várias dessas meninas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cerimônia de Vanessa para receber o hábito oferece aos familiares de suas jovens companheiras —duas têm apenas 18 anos— uma das poucas oportunidades de vê-las, o que nenhum pai quis deixar de aproveitar. Um deles pede que seja fotografado com suas duas filhas. A pequena, de cerca de 13 anos, e ele, têm os olhos vermelhos de chorar. Só a jovem postulante a freira, com a túnica marrom prévia ao hábito, sorri para a foto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma mãe que pede para não ser identificada acredita que sua filha foi “cooptada pelo Facebook”. “O carisma da prioresa é impressionante. Conseguiu encher o convento de meninas bem novas, nessa idade em que têm problemas com os meninos, com os estudos... E é muito difícil. Pensar que minha filha vai ficar fechada até morrer. E não viveu nada!”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“É difícil para as famílias entender”, admite a prioresa Olga María. “As pessoas têm a ideia de um convento como um lugar para pessoas mais velhas, o castelo de Drácula... mas quando veem que suas filhas estão felizes se liberam de muitos preconceitos”. O site &lt;a href="http://carmelitasvalladolid.es/" target="_blank"&gt;carmelitasvalladolid.es&lt;/a&gt; é uma tentativa forte de mudar essa imagem. Entre outras coisas, oferece uma galeria de fotos que mostram, por exemplo, uma noviça sorridente no jardim ou três jovens freiras em cima de uma árvore.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Carmen Señor, promotora vocacional das Servas de Jesus, em Madri, relembra que há anos ter uma freira ou um padre na família dava “certo prestígio”. “Hoje os familiares das jovens que querem ser religiosas fazem guerras psicológicas terríveis. Procuram namorados, mandam para o exterior, fazem o possível para afastá-las. Somos vistas como bichos raros.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pai de Esmeralda, de 23 anos, a colocou para fora de casa quando disse que queria ser freira. “Meu irmão me pediu chorando de joelhos que eu não fosse; que seu sonho era que seus filhos brincassem com os meus. Foi o pior momento de minha vida”, lembra. “Mas com o tempo tudo foi se resolvendo porque veem que estou radiante, feliz.”&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Encontrado o caixão de Cervantes</title>
      <pubDate>Tue, 27 Jan 2015 12:48:44 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Rafael Fraguas</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Caixão do autor de ‘Dom Quixote’ foi encontrado no sábado no convento das Trinitárias
 Especialistas ainda não identificaram os restos ósseos encontrados</dcterms:alternative>
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 Especialistas ainda não identificaram os restos ósseos encontrados</description>
      <category>Miguel de Cervantes</category>
      <category>Conventos</category>
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      <category>Siglo de Oro</category>
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        <media:text>Restos do caixão de Miguel de Cervantes, com as iniciais M. C.</media:text>
        <media:description>Restos do caixão de Miguel de Cervantes, com as iniciais M. C.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/ccaa/imagenes/2015/01/25/madrid/1422223773_287206_1422223882_noticia_normal.jpg" width="560" height="356" alt="Restos do caixão de Miguel de Cervantes, com as iniciais M. C."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Um ataúde com as iniciais M.C., correspondentes as de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/miguel_de_cervantes/a/"&gt;Miguel de Cervantes&lt;/a&gt;, que continha restos de ossos em seu interior, foi encontrado no último sábado (24) na cripta das Trinitárias, convento em Madri onde desde de abril são buscados os &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2014/04/25/cultura/1398455035_667888.html"&gt;restos mortais do universal escritor&lt;/a&gt;, perdidos dentro dos muros do convento feminino há quatro séculos. As iniciais são formadas com numerosos rebites de meia polegada de extensão cada um.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/01/25/internacional/1422223773_287206.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/ccaa/imagenes/2015/01/25/madrid/1422223773_287206_1422225362_sumario_normal.png" width="300" height="592" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/ccaa/imagenes/2015/01/25/madrid/1422223773_287206_1422260413_sumario_normal.jpg" width="300" height="301" alt="Momento em que os pesquisadores se reúnem diante dos restos ósseos recém descobertos."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>Historiadora denuncia que convento enterrou até 800 recém-nascidos na Irlanda</title>
      <pubDate>Wed, 04 Jun 2014 17:57:12 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2014/06/04/sociedad/1401871142_079898.html</link>
      <dc:creator>Patricia Tubella</dc:creator>
      <dcterms:alternative>As causas das mortes, ocorridas entre 1925 e 1961, estão sendo investigadas</dcterms:alternative>
      <description>As causas das mortes, ocorridas entre 1925 e 1961, estão sendo investigadas</description>
      <category>Conventos</category>
      <category>Maus-tratos infantis</category>
      <category>Fossas comuns</category>
      <category>Irlanda</category>
      <category>Violência doméstica</category>
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        <media:credit>Vídeo: ATLAS</media:credit>
        <media:title>Descobertos em Irlanda 800 esqueletos de recém nascidos</media:title>
        <media:text>O convento de Bon Secours guardava os registros de morte de 796 crianças.</media:text>
        <media:description>O convento de Bon Secours guardava os registros de morte de 796 crianças.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;A pressão sobre o Governo Irlandês aumenta para que este abra uma investigação oficial sobre a suposta existência de uma fossa com os restos de quase 800 crianças – a maioria bebês – um antigo convento que era centro de acolhida de mães solteira. Os especialistas especulam que as crianças, cujos corpos foram enterrados escondidos, sem caixão ou lápide, foram vítimas da negligência e das precárias condições de vida nesta instituição gerida, como tantas outras na época, por freiras católicas entre 1925 e 1961.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/06/04/sociedad/1401871142_079898.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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