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    <title>Feed MRSS-S ejercito_espanol_a</title>
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      <title>O dramático resgate de imigrantes que chegam exaustos a Ceuta: “Coloque-os virados para cima”</title>
      <pubDate>Wed, 19 May 2021 00:31:32 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Laura J. Varo</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Soldados espanhóis ajudam marroquinos e subsaarianos na praia de El Tarajal. Pais que cruzaram a fronteira em família desesperam-se tentando encontrar as crianças </dcterms:alternative>
      <description>Soldados espanhóis ajudam marroquinos e subsaarianos na praia de El Tarajal. Pais que cruzaram a fronteira em família desesperam-se tentando encontrar as crianças </description>
      <category>Crisis migratoria</category>
      <category>España</category>
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        <media:credit>Brais Lorenzo (EFE)</media:credit>
        <media:title>Ceuta</media:title>
        <media:text>Soldado conduz imigrante que saía da água na praia de El Tarajal, em Ceuta.</media:text>
        <media:description>Soldado conduz imigrante que saía da água na praia de El Tarajal, em Ceuta.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;Os soldados espanhóis mobilizados na praia de El Tarajal, em &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/ceuta/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Ceuta&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (enclave espanhol no norte da África), junto à fronteira com o Marrocos, para tentar conter a &lt;a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-05-18/exercito-espanhol-se-mobiliza-para-controlar-ceuta-apos-entrada-de-quase-6000-imigrantes.html" target="_blank"&gt;chegada maciça de imigrantes que desde segunda-feira trouxe mais de 8.000 pessoas à cidade autônoma&lt;/a&gt;, não foram suficientes para ajudar os estrangeiros que chegam exaustos às areias da fronteira. “Não temos números nem dos que levamos ao hospital”, diz Isabel Brasero, porta-voz da &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/cicr-comite-internacional-cruz-roja/" target="_blank"&gt;Cruz Vermelha&lt;/a&gt;. As equipes de emergência pareciam lebres percorrendo a costa. De uma ponta a outra do trecho de praia que margeia o portão que dá acesso ao posto de fronteira, repousam pessoas exaustas, quase todas de origem subsaariana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-05-19/o-dramatico-resgate-de-imigrantes-que-chegam-exaustos-a-a-ceuta-coloque-os-virados-para-cima.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Exército espanhol se mobiliza para controlar Ceuta após entrada de quase 8.000 imigrantes</title>
      <pubDate>Tue, 18 May 2021 19:07:22 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>María Martín ,Laura J. Varo</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Ministro do Interior promete que a Espanha será “contundente na defesa das fronteiras”, diante da inação da polícia marroquina. 2.700 pessoas foram enviadas de volta após fazer o trajeto a nado. Entre imigrantes, há muitos menores de idade</dcterms:alternative>
      <description>Ministro do Interior promete que a Espanha será “contundente na defesa das fronteiras”, diante da inação da polícia marroquina. 2.700 pessoas foram enviadas de volta após fazer o trajeto a nado. Entre imigrantes, há muitos menores de idade</description>
      <category>España</category>
      <category>Ceuta</category>
      <category>Marruecos</category>
      <category>Inmigración irregular</category>
      <category>Policía</category>
      <category>Ejército español</category>
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      <category>Frente Polisario</category>
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      <category>Inmigrantes</category>
      <category>Crisis migratoria</category>
      <category>Melilla</category>
      <category>Ejército tierra</category>
      <category>Fuerzas armadas</category>
      <category>Inmigrantes magrebíes</category>
      <category>Brahim Gali</category>
      <category>Diplomacia</category>
      <category>Conflictos diplomáticos</category>
      <category>Relaciones exteriores</category>
      <category>Pedro Sánchez</category>
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        <media:text>Milhares de imigrantes chegam ao território espanhol de Ceuta a nado, entre eles, muitos menores de idade. Drama migratório gera crise diplomática entre Espanha e Marrocos</media:text>
        <media:description>Milhares de imigrantes chegam ao território espanhol de Ceuta a nado, entre eles, muitos menores de idade. Drama migratório gera crise diplomática entre Espanha e Marrocos</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-05-18/noticias-sobre-a-covid-19-e-a-crise-politica-ao-vivo.html" title="Notícias sobre a covid-19, ao vivo | Ernesto Araújo à CPI: “Comunavírus não é designação ofensiva a coronavírus” " rel="related">
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/01/internacional/1483296258_548565.html" title="Marroquina é presa em Ceuta por levar um imigrante dentro de uma mala" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;p&gt;Várias unidades do Exército espanhol foram mobilizadas na madrugada desta terça-feira em Ceuta (&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/02/06/internacional/1391721234_624715.html" target="_blank"&gt;enclave espanhol no norte da África&lt;/a&gt;) para ajudar nos trabalhos de controle das ruas da cidade, depois da entrada de quase 8.000 imigrantes, a maioria deles marroquinos, pelos molhes fronteiriços. A chegada de pessoas a nado e a pé foi constante durante toda a segunda-feira e continua na manhã desta terça, na mesma praia onde os tanques se instalaram. Nas últimas 24 horas, milhares de jovens, mas também famílias inteiras, se lançaram ao mar perante o olhar impassível das autoridades marroquinas. Calcula-se que haja quase 1.500 menores de idade entre os recém-chegados. Um homem morreu na tentativa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-05-18/exercito-espanhol-se-mobiliza-para-controlar-ceuta-apos-entrada-de-quase-6000-imigrantes.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Papéis militares inéditos revelam décadas de espionagem na Espanha franquista</title>
      <pubDate>Sun, 21 Oct 2018 16:13:51 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Miguel González</dc:creator>
      <dcterms:alternative>EL PAÍS teve acesso a documentos até agora secretos, guardados numa instalação do Exército em Ávila. Vigilância abrangia correspondências dos recrutas e o papa João XXIII</dcterms:alternative>
      <description>EL PAÍS teve acesso a documentos até agora secretos, guardados numa instalação do Exército em Ávila. Vigilância abrangia correspondências dos recrutas e o papa João XXIII</description>
      <category>História contemporânea</category>
      <category>Ideologias</category>
      <category>Defesa</category>
      <category>História</category>
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      <category>Política</category>
      <category>Francisco Franco</category>
      <category>Guerra Civil Espanhola</category>
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        <media:text>Um dos documentos do arquivo de Ávila.</media:text>
        <media:description>Um dos documentos do arquivo de Ávila.</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/24/internacional/1535104789_556975.html" title="Espanha aprova exumar corpo de Franco de monumento que o homenageia" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/politica/imagenes/2018/10/19/actualidad/1539960952_516966_1540050637_noticia_normal.jpg" width="980" height="551" alt="Um dos documentos do arquivo de Ávila."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Outubro de 1968. &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/04/23/cultura/1524504798_329892.html"&gt;Passaram-se cinco meses do maio francês&lt;/a&gt;, e a universidade espanhola está em ebulição. O Serviço de Inteligência Militar da Marinha da Espanha informa que “começou a ser montado o Serviço de Escuta na Universidade, o qual consta de aproximadamente seis trios distribuídos entre as diferentes faculdades. Graças a esse serviço, começa a auscultar-se bem mais de perto a realidade universitária de Barcelona”. A comunicação dos espiões militares prenuncia iminentes “algazarras de caráter revolucionário”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/10/19/internacional/1539960952_516966.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Um arquivo resgatado do lixo&lt;/h3&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/politica/imagenes/2018/10/19/actualidad/1539960952_516966_1540050865_sumario_normal.jpg" width="980" height="589" alt="Capa do índice de caixas da Segunda Seção no Arquivo de Ávila."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Quando Antonio González Quintana foi nomeado chefe da Unidade de Coordenação de Arquivos Militares, em 1994, promoveu um levantamento completo dos arquivos do Ministério da Defesa da Espanha. Foi como “levantar os tapetes”, segundo suas palavras. A tarefa o levou ao Quartel-General do Exército de Terra, na rua Prim, em Madri. Num mezanino do terceiro andar, localizou os dossiês da Segunda Seção do Estado-Maior Central, abrangendo da Guerra Civil até os anos setenta. Enquanto fazia o inventário, um coronel o avisou de que no pátio do quartel havia um contêiner de lixo. Foi até lá alarmado e resgatou milhares de dossiês; entre outros, relatórios da comissão de limites entre a Espanha e Portugal. Foram devolvidos ao mezanino e, depois de passarem por uma classificação superficial e serem guardados em caixas, acabaram entregues ao Arquivo Geral Militar de Ávila. Lá permaneceram fechados desde então, porque o carimbo de sigilo que figura em alguns documentos impedia o acesso ao conjunto. Uma parte da documentação agora já pode ser consultada.&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/politica/imagenes/2018/10/19/actualidad/1539960952_516966_1539961229_sumario_normal.jpg" width="980" height="1073" alt="Telegrama de janeiro de 1947 que alerta sobre o possível reconhecimento do Governo republicano espanhol por parte da França."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/politica/imagenes/2018/10/19/actualidad/1539960952_516966_1540050168_sumario_normal.jpg" width="980" height="1028" alt="Relatório de 1949 sobre fugitivos “contra os quais se abre fogo”, resultando em sua morte."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>A ilha que pertence seis meses à Espanha, outros seis à França</title>
      <pubDate>Mon, 31 Jul 2017 19:10:21 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Lorenzo Calonge</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Nesta terça-feira a ilha dos Faisões, menor condomínio do mundo, passa a mãos francesas</dcterms:alternative>
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      <category>Irún</category>
      <category>Hendaia</category>
      <category>Diego Velázquez</category>
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      <category>Exército espanhol</category>
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      <category>Europa</category>
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        <media:credit>javier hernández</media:credit>
        <media:text>A Ilha dos Faisões vista da França.</media:text>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/05/16/ciencia/1494929590_560086.html" title="Ilha desabitada do Pacífico Sul é o lugar com mais lixo no mundo" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/politica/imagenes/2017/07/06/diario_de_espana/1499348333_309059_1499348644_noticia_normal.jpg" width="980" height="556" alt="A Ilha dos Faisões vista da França."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;A ilhota não é habitada nem visitável. A rotina, a normalidade e até o tédio predominam neste lugar pouco normal. Os curiosos a contemplam a partir de ambas as margens, a apenas 50 metros; as embarcações e os canoístas passam ao largo; e em seu solo só costumam pisar os membros dos Comandos Navais de Donostia (Espanha) e Baiona (França), responsáveis por sua jurisdição em semestres alternados. “Ela exige poucos cuidados”, afirma o comandante espanhol Rafael Prieto, encarregado da sua administração até o final de julho. “As pessoas são muito respeitosas, ninguém penetra, apesar de às vezes a maré estar tão baixa que se pode passar quase andando. Nós entramos a cada cinco dias para fazer reconhecimentos visuais”, acrescenta o militar, que desmente o boato de que durante o período espanhol exista o título de &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vice-rei"&gt;Vice-Rei&lt;/a&gt; da Ilha dos Faisões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/07/06/internacional/1499348333_309059.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/politica/imagenes/2017/07/06/diario_de_espana/1499348333_309059_1499349308_sumario_normal.jpg" width="360" height="224" alt="Cartaz informativo em frente à ilha."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>As guerras do século XXI: tanques e ciberataques no mesmo campo de batalha</title>
      <pubDate>Sun, 12 Feb 2017 23:40:28 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Jesús Rodríguez</dc:creator>
      <dcterms:alternative>As guerras do século XXI são híbridas e também convencionais, de alta e baixa intensidade, com divisões acorazadas e vírus informáticos. Vivemos o momento de maior incerteza da história recente</dcterms:alternative>
      <description>As guerras do século XXI são híbridas e também convencionais, de alta e baixa intensidade, com divisões acorazadas e vírus informáticos. Vivemos o momento de maior incerteza da história recente</description>
      <category>María Dolores de Cospedal</category>
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      <category>Sociedade</category>
      <category>Félix Sanz Roldán</category>
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        <media:credit>John Moore (Getty Images)</media:credit>
        <media:text>Marines norte-americanos interrogam um iraquiano em uma operação de busca de insurgentes.</media:text>
        <media:description>Marines norte-americanos interrogam um iraquiano em uma operação de busca de insurgentes.</media:description>
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      <atom:link href="http://brasil.elpais.com/brasil/2016/12/29/internacional/1483020328_085937.html" title="Paradoxos do progresso: dados para ser otimista" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2017/02/10/actualidad/1486742896_396520_1486743442_noticia_normal.jpg" width="980" height="532" alt="Marines norte-americanos interrogam um iraquiano em uma operação de busca de insurgentes."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;A &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/guerra/a"&gt;guerra&lt;/a&gt; do século XXI é cinza. E sem trégua. Não é declarada, não se inicia com uma ação hostil, c&lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2016/12/27/internacional/1482870015_085097.html"&gt;om um Pearl Harbor&lt;/a&gt;, e não termina com um Tratado de Versalhes. Suas vitórias e derrotas são ambíguas. Os novos conflitos não têm uma frente de batalha e regras de confronto. Hoje a guerra não é travada em um espaço preciso, não existem fronteiras e quase não há bandeiras. É até mesmo difícil culpar alguém por tê-la provocado: pode ser um pirata digital, uma obscura equipe de operações especiais e um drone sem nacionalidade. O mundo livre, com seus exércitos, rígidos e estanques, não está preparado para enfrentá-la. A Convenção de Genebra foi pelos ares. Em novembro de 2016, o diretor do serviço de inteligência espanhol, o CNI, o poderoso general de quatro estrelas Félix Sanz Roldán, alertou sobre essa nova geração de ataques ao &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/consejo_seguridad_onu/a"&gt;Conselho de Segurança da ONU&lt;/a&gt;, em Nova York. E o reafirmou em uma entrevista em seu quartel general nas vizinhanças de Madri: “Os ciberataques deveriam estar na Carta das Nações Unidas, em seu capítulo VII, que define as ameaças e quebras da paz e os atos de agressão. Seria uma conquista para a humanidade”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/02/10/internacional/1486742896_396520.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2017/02/10/actualidad/1486742896_396520_1486743648_sumario_normal.jpg" width="980" height="479" alt="Marines norte-americanos entram em uma casa iraquiana durante uma missão de busca de insurgentes."&gt;&lt;/img&gt;&lt;h3&gt;O 11 DE SETEMBRO MUDOU TUDO&lt;/h3&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2017/02/10/actualidad/1486742896_396520_1486743232_sumario_normal.jpg" width="360" height="291" alt="Atentado contra o World Trade Center."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;O novo terrorismo mudou a guerra. A transformação da defesa do Ocidente começou no 11 de Setembro. A Rússia a colocou em prática antes, após sofrer 15.000 mortos no Afeganistão. Em 2003, a OTAN criou em Norfolk (EUA) o Comando Aliado de Transformação (ACT), com 2.000 analistas. Na Espanha, a mudança se iniciou em 2005 graças ao general Sanz Roldán, “o que não foi uma tarefa simples, porque as Forças Armadas são a organização mais complexa que existe”. Consistia em passar de um planejamento militar baseado em uma hipótese na qual se conhecia a identidade, posição e força do inimigo (um conceito da Guerra Fria) a outra denominada “por capacidades”, onde o inimigo é assimétrico, disperso, híbrido e escorregadio, “e devemos contar com uma caixa de ferramentas a mais variada possível para enfrentar cada ameaça”, explica o general Juan Díaz, “seja em matéria de projeção das tropas, vigilância, ciberdefesa e sistemas de armas”. A chave hoje não é contra quem e onde será a luta, mas como vencê-la.&lt;/p&gt;</content:encoded>
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