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    <title>Feed MRSS-S expropiacion_empresas_a</title>
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      <title>América Latina, da crise à hostilidade política com o capital estrangeiro</title>
      <pubDate>Sun, 14 Mar 2021 13:08:19 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Francesco Manetto </dc:creator>
      <dcterms:alternative>As acusações de neocolonialismo, a arbitrariedade de algumas leis e os casos de corrupção desestimulam os investimentos na região</dcterms:alternative>
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        <media:credit>José Méndez (EFE)</media:credit>
        <media:title>Investimentos estrangeiros América Latina</media:title>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;A história dos investimentos estrangeiros na &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/latinoamerica/" target=_blank&gt;América Latina&lt;/a&gt; é uma história de oportunidades, mas também de riscos. Inclui crises cíclicas, instabilidade, tensões e, às vezes, hostilidade aberta do poder político. Em última instância, é uma crônica de sinais e percepções de ida e volta. O capítulo mais recente está sendo escrito no &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/mexico/" target=_blank&gt;México&lt;/a&gt;, como antes havia ocorrido em países como &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/bolivia/" target=_blank&gt;Bolívia&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/argentina/" target=_blank&gt;Argentina&lt;/a&gt;. O plano energético promovido pelo presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, disparou todos os alarmes há meses. Na última semana, entrou em vigor uma &lt;a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-03-04/lopez-obrador-transforma-reforma-energetica-em-bandeira-eleitoral.html" target=_blank&gt;reforma do setor elétrico&lt;/a&gt; que altera o modelo existente e prioriza o fornecimento por parte de uma empresa estatal com usinas obsoletas, a Comissão Federal de Eletricidade (CFE), apesar do impacto econômico e ambiental que essa mudança significa. Um dia depois de entrar em vigor, a reforma foi freada pela Justiça.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-03-14/america-latina-da-crise-a-hostilidade-politica-com-o-capital-estrangeiro.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>A Repsol arrecada 6,309 bilhões de dólares com a sua saída definitiva da YPF</title>
      <pubDate>Fri, 23 May 2014 14:39:36 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Miguel Jiménez</dc:creator>
      <dcterms:alternative>A petroleira espanhola vende a participação que ainda tinha e liquida os últimos bônus argentinos</dcterms:alternative>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/economia/imagenes/2014/05/23/actualidad/1400839173_922748_1400843577_noticia_normal.jpg" width="560" height="373" alt="O presidente da Repsol, Antonio Brufau."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;A YPF já é história para a Repsol. A petroleira espanhola liquidou as ações da empresa que ainda detinha e os últimos títulos argentinos que havia recebido como compensação pela expropriação de 51% da YPF pelo Estado argentino. No fim, entre as ações vendidas e os títulos, o grupo espanhol arrecadou 6,309 bilhões de dólares (13,9 bilhões de reais), incluindo juros acumulados (cupons). A pressão dos processos internacionais contra a Argentina foi essencial para a Repsol finalmente conseguir uma compensação relativamente rápida através do diálogo e da negociação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/23/economia/1400839173_922748.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Repsol obtém mais de 6 bilhões de dólares pelos títulos e ações da YPF</title>
      <pubDate>Tue, 13 May 2014 23:33:36 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Miguel Jiménez</dc:creator>
      <dcterms:alternative>A empresa liquida quase toda a carteira de dívida argentina da indenização</dcterms:alternative>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/economia/imagenes/2014/05/13/actualidad/1400013966_117403_1400015373_noticia_normal.jpg" width="300" height="450" alt="Antonio Brufau, presidente da Repsol."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/repsol_petroleo/a/" target="_blank"&gt;A Repsol&lt;/a&gt; já tem praticamente em seu poder em dinheiro quase toda a indenização pela &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/07/economia/1399445951_942279.html" target="_blank"&gt;expropriação de 51% da petrolífera argentina YPF por parte de Buenos Aires&lt;/a&gt;. A empresa espanhola vendeu na noite desta terça-feira ao J.P.Morgan quase todos os títulos entregues como compensação que lhe restavam. Depois dessa operação, sem impacto nos resultados, a Repsol conseguiu mais de 4,8 bilhões de dólares (10,6 bilhões de reais) com a venda de títulos, aos quais se somam outro 1,26 bilhão de dólares (2,79 bilhões de reais) por desfazer-se da participação de 11,86% que conservava na petrolífera argentina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/13/economia/1400013966_117403.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Repsol sai da YPF ao vender por 2,73 bilhões 11,9% da empresa argentina</title>
      <pubDate>Thu, 08 May 2014 00:30:04 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Álvaro Romero</dc:creator>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/economia/imagenes/2014/05/07/actualidad/1399445951_942279_1399446920_noticia_normal.jpg" width="560" height="403" alt="Sede da YPF em Buenos Aires."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;A Repsol &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/06/economia/1399341084_575627.html"&gt;rompeu nesta quarta-feira definitivamente os laços com a YPF&lt;/a&gt; depois de 15 anos de uma relação prejudicada pela decisão do Governo de Cristina Fernández de Kirchner, em 2012, de nacionalizar 51% da petrolífera argentina. A saída se materializou com a venda dos 11,86% que a companhia presidida por Antonio Brufau mantinha em sua antiga filial por um valor de 1,23 bilhão de dólares (2,73 bilhões de reais).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/07/economia/1399445951_942279.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Repsol abandona a diretoria da YPF</title>
      <pubDate>Tue, 06 May 2014 11:21:52 GMT</pubDate>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/economia/imagenes/2014/05/06/actualidad/1399341084_575627_1399341808_noticia_normal.jpg" width="560" height="403" alt="Repsol conserva uma participação de 12% na YPF."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Todos contentes. O Governo da Argentina começará a pagar esta semana parte dos &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2014/02/28/internacional/1393583468_290271.html" target="_blank"&gt;5 bilhões de dólares (11,2 bilhões de reais) em bônus como parte do acordo&lt;/a&gt; para compensar a Repsol pela expropriação de 51% de suas ações na YPF. E a empresa espanhola abre mão de solicitar a renovação de seus postos entre os 18 membros da nova diretoria, embora ainda possua uma participação de 12% na companhia argentina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/06/economia/1399341084_575627.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Espanha e Argentina chegam a um acordo preliminar sobre Repsol e YPF</title>
      <pubDate>Tue, 26 Nov 2013 12:52:44 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2013/11/26/economia/1385425588_126493.html</link>
      <dc:creator>Miguel Ángel Noceda,Francisco Peregil</dc:creator>
      <dcterms:alternative>O Governo espanhol, o presidente do CaixaBank e diretores da petroleira espanhola e da Pemex foram a Buenos Aires para negociar uma indenização pela expropriação da filial</dcterms:alternative>
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        <media:description>Axel Kicillof, ministro de Economia da Argentina.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/economia/imagenes/2013/11/25/actualidad/1385408190_219591_1385420096_noticia_normal.jpg" width="560" height="335" alt="Axel Kicillof, ministro de Economia da Argentina."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;O &lt;a href="http://www.repsol.com/pt_pt/corporacion/accionistas-inversores/gobierno-corporativo/consejo-de-administracion/"&gt;Conselho de Administração da Repsol&lt;/a&gt; vai ter trabalho na reunião desta quarta-feira. Terá que decidir se dá luz verde ao princípio de acordo que os Governos da Espanha, México, Argentina e a petroleira Repsol alcançaram esta noite sobre o conflito da YPF. Se os conselheiros aceitarem a compensação oferecida pela Argentina em troca da YPF, a Repsol renunciará a continuar brigando por sua antiga filial, o que encerraria o conflito gerado por sua expropriação pelo Governo argentino, em abril de 2012.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2013/11/26/economia/1385425588_126493.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;A Repsol contra a Argentina, uma batalha de 19 meses&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;16 de abril de 2012&lt;/strong&gt;. A presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, anuncia que o Estado declara a YPF de utilidade pública e expropria os ativos da Repsol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;17 de abril de 2012&lt;/strong&gt;. Antonio Brufau, presidente da empresa, exige pelo menos 24 bilhões de reais em troca do “espólio”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;19 de abril de 2012.&lt;/strong&gt; A Repsol muda sua razão social e tira o YPF de seu nome.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;20 de abril de 2012&lt;/strong&gt;. O Governo espanhol redige um decreto para reduzir as importações de biodiesel procedentes da Argentina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;23 de abril de 2012&lt;/strong&gt;. A Repsol anuncia que processará as petroleiras que negociarem com a YPF.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;26 de abril de 2012&lt;/strong&gt;. O Senado argentino aprova a expropriação, com 63 votos a favor, 3 contra e 4 abstenções.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5 de maio de 2012&lt;/strong&gt;. Cristina Fernández nomeia o engenheiro Miguel Galuccio como diretor-geral da YPF.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;21 de dezembro de 2012&lt;/strong&gt;. O Banco Mundial acata o pedido de arbitragem da Repsol contra a YPF, que também processou a Argentina ao tribunal internacional de arbitragem e nos EUA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4 de janeiro de 2013&lt;/strong&gt;. A Repsol entra com ações judiciais contra a companhia Bridas por sua associação com a YPF. Também processa a Chevron.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;20 de novembro de 2013&lt;/strong&gt;. O diretor-geral da Pemex, Emilio Lozoya, critica Brufau e sua gestão do conflito com a YPF.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Comunicado do Governo argentino sobre o acordo&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;No dia de hoje, na Cidade de Buenos Aires, por solicitação dos governos da Argentina, Espanha e México, teve lugar uma reunião da qual participaram por parte da Espanha o ministro da Indústria, Energia e Turismo, José Manuel Soria; por parte do México do diretor-geral da Pemex, Emilio Lozoya Austin; e por parte do governo argentino o ministro de Economia e Finanças Públicas, dr. Axel Kicillof, e o Secretário Jurídico e Técnico da Presidência, dr. Carlos Zannini.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;À reunião compareceram por sua vez o presidente da YPF Miguel Galuccio, o diretor-geral de negócios da Repsol, Nemesio Fernández Cuesta, Isidro Fainé, como representante da Caixa, e o embaixador argentino na Espanha, sr. Carlos Bettini.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chegou-se a um princípio de acordo a respeito da compensação pela expropriação de 51% do pacote acionário da YPF, ocorrida em abril de 2012, sujeito à ratificação dos máximos órgãos gestores da Repsol. Tal princípio de acordo implicará fixar o montante da compensação e seu pagamento com ativos líquidos, e que ambas as partes desistirão das ações judiciais em curso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As partes concordam que o presente princípio de acordo contribui para normalizar e fortalecer os históricos vínculos entre os três países e suas empresas.&lt;/p&gt;</content:encoded>
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