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    <title>Feed MRSS-S jacqueline_kennedy_onassis_a</title>
    <description>Feed MRSS-S jacqueline_kennedy_onassis_a, brasil.elpais.com</description>
    <language>pt</language>
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    <lastBuildDate>Sat, 15 May 2021 02:08:48 GMT</lastBuildDate>
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      <title>Festas, sexo e muita moda na série sobre o avassalador Halston, o estilista do ‘glamour’ dos anos setenta</title>
      <pubDate>Sat, 15 May 2021 02:08:48 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>PATRICIA RODRÍGUEZ</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Netflix estreia uma minissérie sobre a vida do criador que uniu estilo ao entretenimento. Talvez seja por isso que Andy Warhol dizia que seus desfiles eram a arte daquela década</dcterms:alternative>
      <description>Netflix estreia uma minissérie sobre a vida do criador que uniu estilo ao entretenimento. Talvez seja por isso que Andy Warhol dizia que seus desfiles eram a arte daquela década</description>
      <category>Series televisión</category>
      <category>Netflix</category>
      <category>Ewan McGregor</category>
      <category>Biografías</category>
      <category>Películas biográficas</category>
      <category>Andy Warhol</category>
      <category>Jacqueline Kennedy Onassis</category>
      <category>Liza Minnelli</category>
      <category>Tom Ford</category>
      <category>Diseñadores moda</category>
      <category>Moda</category>
      <category>S Moda</category>
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        <media:title>Halston (S Moda)</media:title>
        <media:text>Liza Minelli com Halston em 1982.</media:text>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;Quando o &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/disenadores-moda/" target="_blank"&gt;estilista&lt;/a&gt; norte-americano Roy Halston Frowick (Iowa, 1932) chegava a um evento em meados da década de 1970, ele o fazia rodeado de um séquito de mulheres, as &lt;i&gt;Halstonettes&lt;/i&gt;, vestidas de modo a combinar com suas criações sensuais. Aquelas estampas coloridas, amplamente documentadas, assim como a vida de excessos do costureiro, marcada por seus vícios e sua megalomania, são um doce para o criador &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/ryan-murphy/" target="_blank"&gt;Ryan Murphy&lt;/a&gt;, que estreia a minissérie &lt;i&gt;&lt;b&gt;Halston&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, na &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/netflix/" target="_blank"&gt;Netflix&lt;/a&gt;. Com &lt;a href="https://brasil.elpais.com/estilo/2021-04-04/as-vantagens-de-ewan-mcgregor-ao-completar-50-anos.html" target="_blank"&gt;Ewan McGregor&lt;/a&gt; como protagonista e com a família do estilista contra: “É uma história imprecisa e fictícia”, disseram em um comunicado. No auge da carreira, o carismático estilista colocou a moda norte-americana no mapa e tratava com familiaridade &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/31/cultura/1527782938_240795.html" target="_blank"&gt;Yves Saint Laurent, sua nêmesis em Paris&lt;/a&gt;. Ligava-se a ele por uma rivalidade cordial. Halston se servia de suas &lt;i&gt;Halstonettes&lt;/i&gt; (as modelos Pat Cleveland, Alva Chinn e Karen Bjornsen) e daquelas aparições coreografadas para condensar o espírito de sua marca homônima: da estética à sua ideia de moda como espetáculo e diversidade. Na discoteca Studio 54, na cerimônia de gala anual do Metropolitan Museum de Nova York, em Acapulco ou na Grande Muralha da China, ele transformava qualquer passeio em um evento promocional, combinando precocemente moda e entretenimento. Talvez seja por isso que &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/19/cultura/1455880264_110675.html" target="_blank"&gt;Andy Warhol dizia&lt;/a&gt; que seus desfiles eram a arte dos anos setenta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/cultura/2021-05-15/festas-sexo-e-muita-moda-na-serie-sobre-o-avassalador-halston-o-estilista-do-glamour-dos-anos-setenta.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com/prisa/2Z4OEFYP5NHQBK2PWKJ27RXBHE.jpg" width="1600" height="2400" alt="Roy Halston, em seu estúdio, com Carol Channing em 1977."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>Natalie Portman: “Claro que sou feminista”</title>
      <pubDate>Sun, 29 Jan 2017 22:19:26 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Irene Crespo</dc:creator>
      <dcterms:alternative>O diretor Pablo Larraín não buscava um clone para interpretar sua Jacqueline Kennedy em 'Jackie'
Queria desnudar o ícone, e a sensibilidade de Natalie Portman lhe deu o molde perfeito</dcterms:alternative>
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      <category>Natalie Portman</category>
      <category>Jacqueline Kennedy Onassis</category>
      <category>Hollywood</category>
      <category>Feminismo</category>
      <category>Estados Unidos</category>
      <category>Movimentos sociais</category>
      <category>América do Norte</category>
      <category>Indústria Cinematográfica</category>
      <category>Mulheres</category>
      <category>América</category>
      <category>Sociedade</category>
      <category>Premios Oscar 2017</category>
      <category>Prêmios Oscar</category>
      <category>Prêmios cinema</category>
      <category>Cinema dos Estados Unidos</category>
      <category>Cinema</category>
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        <media:credit>Divulgação</media:credit>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2017/01/29/estilo/1485649556_234495_1485649836_noticia_normal.jpg" width="980" height="681" alt="Natalie Portman, como Jacqueline Kennedy Onassis, em 'Jackie'."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Graças ao diretor Darren Aronofsky, &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/natalie_portman/a"&gt;Natalie Portman&lt;/a&gt; ganhou em 2011 seu primeiro &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/premios_oscar/a/"&gt;Oscar&lt;/a&gt; por &lt;em&gt;Cisne Negro &lt;/em&gt;(além disso, nas filmagens conheceu seu marido, Benjamin Millepied, com quem tem um filho e espera outro). E graças a Darren Aronofsky &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/24/cultura/1485255184_258541.html"&gt;poderá ganhar o segundo&lt;/a&gt;. Foi ele quem deu ao chileno Pablo Larraín o roteiro de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/28/estilo/1453998712_200491.html"&gt;&lt;em&gt;Jackie&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, a reconstituição dos dias seguintes ao assassinato do então presidente dos EUA, &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/john_fitzgerald_kennedy/a"&gt;John F. Kennedy&lt;/a&gt;. E, embora Aronofsky quisesse que sua ex-mulher, Rachel Weisz, interpretasse a primeira-dama, Larraín lhe disse que se Portman não aceitasse, ele também não aceitaria fazer o filme. Foi assim que ambos embarcaram em um longa difícil: retratar sem clichês (objetivo que alcançam) um dos ícones mais explorados do século XX. A atriz captou o mistério e esse distanciamento preciso que a senhora Kennedy manejava em público. As mesmas qualidades que mantém na entrevista ao EL PAÍS. Inteligente, fria, sofisticada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/29/estilo/1485649556_234495.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2017/01/29/estilo/1485649556_234495_1485650798_sumario_normal.jpg" width="360" height="542" alt="Natalie Portman discursa no 'Women's March', a marcha das mulheres contra Trump, em Los Angeles, em 21 de janeiro de 2017."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2017/01/29/estilo/1485649556_234495_1485650858_sumario_normal.jpg" width="360" height="550" alt="Natalie Portman, na cerimônia de premiação do Globo de Ouro 2017."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>A nova Jackie</title>
      <pubDate>Sat, 30 Jan 2016 14:22:30 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Irene Crespo</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Natalie Portman se soma a longa lista de atrizes que interpretaram Jacqueline Kennedy nas telas</dcterms:alternative>
      <description>Natalie Portman se soma a longa lista de atrizes que interpretaram Jacqueline Kennedy nas telas</description>
      <category>Natalie Portman</category>
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      <category>John Fitzgerald Kennedy</category>
      <category>Filmes</category>
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        <media:text>Natalie Portamn interpreta Jackie Kennedy no filme &lt;i&gt;Jackie&lt;/i&gt;.</media:text>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2016/01/28/estilo/1453998712_200491_1454001824_noticia_normal.jpg" width="980" height="648" alt="Natalie Portamn interpreta Jackie Kennedy no filme &lt;i&gt;Jackie&lt;/i&gt;."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/andy_warhol/a/"&gt;Andy Warhol&lt;/a&gt; foi o primeiro a pensar em &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/jacqueline_kennedy_onassis/a/"&gt;Jackie Kennedy&lt;/a&gt; como ícone popular. Provavelmente, ele próprio a tornou um ícone popular. Quando o presidente Kennedy foi assassinado, os meios de comunicação só falavam disso. E Warhol, ávido consumidor de informação, um &lt;em&gt;voyeur&lt;/em&gt; profissional, transformou as centenas de imagens de Jackie divulgadas nos dias que se seguiram àquele 22 de novembro de 1963 em uma série com mais de 300 retratos. Tornou-a um ícone das massas. Foi ele, também, o primeiro a expô-la na tela, com o filme &lt;em&gt;Since&lt;/em&gt;, onde seria interpretada por algumas de suas &lt;em&gt;Superstars&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/28/estilo/1453998712_200491.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2016/01/28/estilo/1453998712_200491_1454002766_sumario_normal.jpg" width="360" height="579" alt="Jacqueline Kennedy durante reportagem de televisão na Casa Branca em 1962."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2016/01/28/estilo/1453998712_200491_1454002403_sumario_normal.jpg" width="980" height="410" alt="Da esquerda para a direita: Katie Holmes, Ginnifer Goodwin e Joanne Whalley interpretam Jack Kennedy."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>Natalie Portman chama Netanyahu de racista</title>
      <pubDate>Thu, 14 May 2015 21:46:31 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Rocío Ayuso</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Atriz israelense estreia primeiro filme como diretora e agora encarnará Jacqueline Kennedy</dcterms:alternative>
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      <category>Natalie Portman</category>
      <category>Benjamin Netanyahu</category>
      <category>Christian Dior</category>
      <category>Jacqueline Kennedy Onassis</category>
      <category>Atores</category>
      <category>Israel</category>
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      <category>Cinema</category>
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      <category>Sociedade</category>
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        <media:credit>Vincent Desailly (Getty Images)</media:credit>
        <media:text>Natalie Portman, em Cannes.</media:text>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2015/05/14/estilo/1431625219_432845_1431626104_noticia_normal.jpg" width="560" height="374" alt="Natalie Portman, em Cannes."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Se uma coisa ficou evidente desde que &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/natalie_portman/a/"&gt;Natalie Portman surgiu pela primeira vez&lt;/a&gt; nas telas em &lt;em&gt;O Profissional&lt;/em&gt; (1994) quando era ainda uma menina é que a atriz nascida em Israel fala às claras. Daí que inclusive nos tempos de correção política que correm não duvide em criticar abertamente a &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/benjamin_netanyahu/a/"&gt;reeleição de Benjamim Netanyahu&lt;/a&gt; como primeiro-ministro israelense. “Seus comentários racistas são horrendos”, afirmou contrariada e decepcionada com sua reeleição. Essas declarações fazem parte de uma longa entrevista concedida à revista &lt;em&gt;The Hollywood Reporter&lt;/em&gt; por conta da estreia de seu primeiro longa-metragem como diretora, &lt;em&gt;A Tale of Love &amp;amp; Darkness&lt;/em&gt;, baseado no romance homônimo de Amós Oz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/05/14/estilo/1431625219_432845.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2015/05/14/estilo/1431625219_432845_1431626220_sumario_normal.jpg" width="560" height="329" alt="Natalie Portman e seu marido, Benjamin Millepied."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>Athina Onassis, a herdeira discreta</title>
      <pubDate>Mon, 09 Mar 2015 14:37:44 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Mábel Galaz</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Foram ricos e poderosos. Na Grécia, eram venerados e temidos na mesma medida. Mas como numa maldição, foram desaparecendo. Agora a sobrevivente foge de seu passado.</dcterms:alternative>
      <description>Foram ricos e poderosos. Na Grécia, eram venerados e temidos na mesma medida. Mas como numa maldição, foram desaparecendo. Agora a sobrevivente foge de seu passado.</description>
      <category>Aristoteles Onassis</category>
      <category>Athina Onassis Roussel</category>
      <category>Cristina Onassis</category>
      <category>Jacqueline Kennedy Onassis</category>
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      <category>Europa</category>
      <category>Estilo vida</category>
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        <media:credit>WIRELMAGE</media:credit>
        <media:text>Athina Onassis, em uma competição hípica.</media:text>
        <media:description>Athina Onassis, em uma competição hípica.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2015/03/06/estilo/1425640730_594947_1425641697_noticia_normal.jpg" width="560" height="319" alt="Athina Onassis, em uma competição hípica."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;É pequena. Tem enormes olhas cor de mel que lembram o olhar triste de sua finada mãe. Mas o que mais chama a atenção ao ficar perto dela é sua tentativa de passar despercebida, para que ninguém saiba quem ela é. Athina Onassis é a sobrevivente de uma família de armadores que desfrutou de todo seu esplendor na &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/grecia/a/" target="_blank"&gt;Grécia&lt;/a&gt; durante os anos 1950. No próximo dia 15 se completam 40 anos da morte de seu avô, Aristóteles Onassis, e ela acaba de completar 30, idade que lhe deu direito a receber os 800 milhões de euros (cerca de 2,6 bilhões de reais) que estavam pendentes de uma herança difícil de calcular, mas que alguns meios financeiros estimam em perto de 3 bilhões de euros. &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/01/26/internacional/1422261467_011633.html" target="_blank"&gt;Na Grécia do Syriza&lt;/a&gt;, os Onassis passaram quase ao esquecimento. Pouco resta deles. Sua lembrança é mantida viva por uma fundação que neste ano organizará diversos eventos em sua memória, motivados por esse aniversário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/03/06/internacional/1425640730_594947.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2015/03/06/estilo/1425640730_594947_1425641963_sumario_normal.jpg" width="560" height="315" alt="Athina, com sua mãe Christina Onassis."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2015/03/06/estilo/1425640730_594947_1425642054_sumario_normal.jpg" width="300" height="483" alt="A milionária e seu marido, Doda Miranda."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2015/03/06/estilo/1425640730_594947_1425642149_sumario_normal.jpg" width="560" height="410" alt="Athina entre seu pai Thierry Roussel e seu madrasta."&gt;&lt;/img&gt;&lt;h3&gt;A memória viva de Niarchos&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Diferentemente do que acontece com seu compadre Aristóteles Onassis, a memória de Stavros Niarchos, o patriarca da outra família de armadores gregos, que manteve uma estranha relação de amor e rivalidade com o primeiro, continua muito viva em seu país natal, pelo menos no que se refere às atividades da fundação que leva seu nome, presente em áreas tão variadas como o incentivo à arte e à pesquisa ou o alívio mais urgente das consequências da crise econômica. Para se opor a seus rivais, e ainda que os herdeiros da dinastia não desempenhem nenhuma atividade pública no país e apareçam por lá muito de vez em quando, a Fundação Stavros Niarchos tem sede na Grécia, mais precisamente numa das mais importantes avenidas de Atenas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Graças a um de seus muitos programas sociais, mais de 15.000 crianças de 64 escolas da capital grega puderam comer ou completar sua dieta no ano passado. A metade deles pertence a famílias que vivem abaixo do nível de pobreza; 25% dos atendidos passavam fome, e 60%, insegurança alimentar, ou seja, impossibilidade material de conseguir alimentos por falta de renda de seus pais ou tutores, segundo o Instituto Prolepsis, encarregado de supervisionar esse programa de ajuda. Foram os comentários de vários professores a respeito do estado de quase inanição apresentado por muitas crianças que provocaram a resposta da Fundação Stavros Niarchos, que também financia programas de acolhimento de menores desamparados ou em situação de risco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a joia da coroa da Fundação Stavros Niarchos não verá a luz até o final de 2016. É o megacentro cultural que abrigará as novas sedes da biblioteca nacional e da ópera nacional, que vai sendo erguido no meio de um balé de gruas, a meio caminho entre a conurbação de Atenas e o porto de Pireu. Enésimo presente cultura à capital grega, e capitânia da Fundação, o centro ficará em um imenso parque que terá o nome do fundador da dinastia. As obras, iniciadas em 2013, foram várias vezes palco de curiosos concertos, com a plateia em trajes de trabalho: a etiqueta exigia capacete e colete refletor.&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Morre Oscar de la Renta, estilista que transformou o agradável em belo</title>
      <pubDate>Tue, 21 Oct 2014 12:55:52 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2014/10/21/estilo/1413856990_594850.html</link>
      <dc:creator>Rocío Ayuso</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Diagnosticado com câncer em 2006, ele faleceu em Connecticut, nos EUA, aos 82 anos</dcterms:alternative>
      <description>Diagnosticado com câncer em 2006, ele faleceu em Connecticut, nos EUA, aos 82 anos</description>
      <category>Óscar de la Renta</category>
      <category>Obituários</category>
      <category>Jacqueline Kennedy Onassis</category>
      <category>Santo Domingo</category>
      <category>Prêmios Oscar</category>
      <category>República Dominicana</category>
      <category>Rabsf</category>
      <category>Paris</category>
      <category>Caribe</category>
      <category>Câncer</category>
      <category>França</category>
      <category>Madri</category>
      <category>Estados Unidos</category>
      <category>Moda</category>
      <category>Europa Ocidental</category>
      <category>Instituições culturais</category>
      <category>América do Norte</category>
      <category>Confeção</category>
      <category>América Latina</category>
      <category>Acontecimentos</category>
      <category>América</category>
      <category>Europa</category>
      <category>Cultura</category>
      <category>Espanha</category>
      <category>Sociedade</category>
      <media:keywords>morrer,oscar,renta,estilista,transformar,agradável,belo,diagnosticado,câncer,2006,falecer,connecticut,eua,82,ano</media:keywords>
      <media:content url="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2014/10/21/estilo/1413856990_594850_1413858215_noticia_normal.jpg" type="image/jpeg" medium="image">
        <media:credit>MIKE SEGAR (REUTERS)</media:credit>
        <media:title>File photo of actress Penelope Cruz and Oscar de la Renta arriving at the Metropolitan Museum of Art Costume Institute Benefit in New York</media:title>
        <media:text>Penélope Cruz e Oscar de la Renta em NY, em 2011.</media:text>
        <media:description>Penélope Cruz e Oscar de la Renta em NY, em 2011.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2014/10/21/estilo/1413856990_594850_1413858215_noticia_normal.jpg" width="560" height="343" alt="Penélope Cruz e Oscar de la Renta em NY, em 2011."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;O mundo da moda perdeu um de seus mestres com a morte de Oscar de la Renta. Nascido na República Dominicana em 1932, o lendário estilista deixou uma última recordação de seu talento há poucas semanas,&lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2014/09/27/cultura/1411830801_049567.html"&gt; vestindo de noiva a advogada Amal Alamuddin, esposa do galã hollywoodiano George Clooney&lt;/a&gt;. Sua fama, no entanto, vem de muito antes. Discípulo de Balenciaga, em Madri, e de Antonio del Castillo, em Paris, ele foi o designer favorito de três primeiras-damas dos Estados Unidos (Nancy Reagan, Hillary Clinton e Laura Bush). De la Renta faleceu no Estado norte-americano de Connecticut, aos 82 anos, vítima de um câncer que havia sido diagnosticado em 2006, segundo informou sua família, na segunda-feira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/10/21/estilo/1413856990_594850.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Jackie Kennedy, depois do assassinato de JFK: “Estou ressentida com Deus”</title>
      <pubDate>Wed, 14 May 2014 17:43:46 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/14/sociedad/1400081355_777058.html</link>
      <dc:creator>Brenda Otero</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Cartas inéditas que Jacqueline enviou a um padre irlandês durante 15 anos serão leiloadas
Nelas revela seus sentimentos desde antes de se casar até pouco depois de ficar viúva</dcterms:alternative>
      <description>Cartas inéditas que Jacqueline enviou a um padre irlandês durante 15 anos serão leiloadas
Nelas revela seus sentimentos desde antes de se casar até pouco depois de ficar viúva</description>
      <category>Jacqueline Kennedy Onassis</category>
      <category>John Fitzgerald Kennedy</category>
      <category>Marilyn Monroe</category>
      <category>Casa Branca</category>
      <category>Leilões</category>
      <category>Irlanda</category>
      <category>Aragão</category>
      <category>Estados Unidos</category>
      <category>Gente</category>
      <category>Europa Ocidental</category>
      <category>América do Norte</category>
      <category>Europa</category>
      <category>América</category>
      <category>Governo</category>
      <category>História</category>
      <category>Política</category>
      <category>Sociedade</category>
      <media:keywords>jackie kennedy,assassinato,jfk estou,ressentir,deus,carta,inéditas,inédito,jacqueline,enviar,padre,irlandês,15,ano,ser,leiloar,revelar,sentimento,casar,ficar,viúvo</media:keywords>
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        <media:credit>CORDON PRESS</media:credit>
        <media:text>Jackie Kennedy, na época em que se correspondia com o sacerdote irlandês Joseph Leonard.</media:text>
        <media:description>Jackie Kennedy, na época em que se correspondia com o sacerdote irlandês Joseph Leonard.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2014/05/14/gente/1400081355_777058_1400081917_noticia_normal.jpg" width="560" height="363" alt="Jackie Kennedy, na época em que se correspondia com o sacerdote irlandês Joseph Leonard."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Durante os últimos 30 anos de sua vida, &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/jacqueline_kennedy_onassis/a/"&gt;Jackie Kennedy Onassis &lt;/a&gt;manteve um silêncio absoluto sobre seu passado. Não concedeu entrevistas, recusou ofertas para escrever suas memórias, nunca cooperou com os biógrafos e condenou os parentes que ousavam falar em público sobre ela ao ostracismo. Duas décadas após sua morte, abre-se uma pequena fenda no hermético mundo da inesquecível primeira dama norte-americana, graças a uma correspondência privada que acaba de ser descoberta na Irlanda. A esposa de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/john_fitzgerald_kennedy/a/"&gt;John F. Kennedy&lt;/a&gt; manteve contato epistolar com o sacerdote irlandês Joseph Leonard durante 15 anos. As cartas, que começam em sua época de solteira e continuam até sua primeira etapa como viúva de JFK, serão leiloadas em 10 de junho na casa de  irlandesa Sheppard’s. Se espera que alcancem um preço mínimo de 1,2 milhões de euros (3,6 milhões de reais).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/14/sociedad/1400081355_777058.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Dallas lava suas feridas e relembra Kennedy 50 anos após o assassinato</title>
      <pubDate>Sat, 23 Nov 2013 01:10:33 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2013/11/22/internacional/1385140209_244351.html</link>
      <dc:creator>Yolanda Monge</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Centenas de pessoas relembram Kennedy no mesmo local onde ele foi baleado</dcterms:alternative>
      <description>Centenas de pessoas relembram Kennedy no mesmo local onde ele foi baleado</description>
      <category>Delitos</category>
      <category>América</category>
      <category>John Fitzgerald Kennedy</category>
      <category>Dalas</category>
      <category>Jacqueline Kennedy Onassis</category>
      <category>Homenagens</category>
      <category>Texas</category>
      <category>Assassinatos</category>
      <category>Estados Unidos</category>
      <category>Eventos</category>
      <category>América do Norte</category>
      <category>Acontecimentos</category>
      <category>Sociedade</category>
      <category>Justiça</category>
      <media:keywords>dallar,lavar,suas,suas,feridas,relembra,kennedy,50,ano,após,assassinato,centenas,pessoas,pessoas,relembram,mesmo,local,onde,ele,balear</media:keywords>
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        <media:credit>LARRY W. SMITH (EFE)</media:credit>
        <media:title>ESTADOS UNIDOS HONRA A KENNEDY, ASESINADO HACE 50 A&amp;Ntilde;OS</media:title>
        <media:text>O prefeito de Dallas, Mike Rawlings em homenagem a JFK.</media:text>
        <media:description>O prefeito de Dallas, Mike Rawlings em homenagem a JFK.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2013/11/22/internacional/1385140209_244351_1385156008_noticia_normal.jpg" width="560" height="344" alt="O prefeito de Dallas, Mike Rawlings em homenagem a JFK."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Um momento de silêncio e os sinos dobrando sobre a cidade de Dallas marcaram nesta sexta-feira o quinquagésimo aniversário da morte de John F. Kennedy, o presidente cuja vida foi interrompida tragicamente aos 46 anos por uma bala às 12h30 da tarde do dia 22 de novembro de 1963. Em frente ao mesmo sol que de abriu há meio século sobre os agentes do FBI quando, frenéticos, buscavam um culpado nas janelas do depósito de livros de onde partiram as balas que tinham escrito o nome do mandatário, nesta sexta-feira, em um dia frio, úmido e triste, como o ânimo que ficou depois do assassinato político.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2013/11/22/internacional/1385140209_244351.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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