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    <title>Feed MRSS-S martin_heidegger_a</title>
    <description>Feed MRSS-S martin_heidegger_a, brasil.elpais.com</description>
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      <title>Assim argumenta Habermas, 90</title>
      <pubDate>Sun, 03 May 2020 20:05:16 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Javier Rodríguez Marcos</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Biografia do filósofo alemão permite rastrear as grandes polêmicas intelectuais do último meio século. Suas críticas à amnésia a respeito do passado nazista fizeram dele uma consciência moral da Europa</dcterms:alternative>
      <description>Biografia do filósofo alemão permite rastrear as grandes polêmicas intelectuais do último meio século. Suas críticas à amnésia a respeito do passado nazista fizeram dele uma consciência moral da Europa</description>
      <category>Babelia</category>
      <category>Filosofía</category>
      <category>Jürgen Habermas</category>
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      <category>Intelectuales</category>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;Em novembro de 2004, &lt;a href="https://brasil.elpais.com/noticias/jurgen-habermas/" target=_blank&gt;&lt;b&gt;Jürgen Habermas&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; viajou ao Japão para receber o Prêmio Kyoto, convocado por uma empresa de tecnologia e dotado de 800.000 euros. Deu duas conferências lá. A primeira foi dedicada ao livre arbítrio e à responsabilidade do ser humano. Na segunda atendeu ao pedido de seus anfitriões: “Por favor, fale sobre o senhor”. Foi a primeira vez que o fez em público. Tinha 75 anos e estava a 9.000 quilômetros de casa. Lá ele se lembrou das dolorosas operações no palato que fez na infância em sua cidade, Düsseldorf, para tentar corrigir uma fissura congênita que marcou para sempre sua pronúncia. Também lembrou a “sensação de vulnerabilidade” que isso lhe causava. Depois falou da outra grande ferida que marcou sua vida, um passado pouco exemplar do qual sua família fez parte: os pais o alistaram aos 10 anos de idade na &lt;a href="https://brasil.elpais.com/cultura/2020-04-30/o-suicidio-de-hitler-e-os-75-anos-do-tiro-mais-importante-da-segunda-guerra-mundial.html" target=_blank&gt;Juventude Hitlerista&lt;/a&gt; e o pai, filiado ao partido nazista, acabou nas cadeias norte-americanas como prisioneiro de guerra. E claro, falou sobre o que o fez mudar da medicina, sua primeira vocação, para a filosofia: a impressão causada pelos crimes descritos nos &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/04/28/internacional/1430235800_289828.html" target=_blank&gt;julgamentos de Nuremberg&lt;/a&gt;, a falta de autocrítica de seus compatriotas e o medo de que a &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/26/cultura/1564148647_990100.html" target=_blank&gt;Alemanha recaísse no delírio&lt;/a&gt; que partira pela metade a história da humanidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/babelia/2020-05-03/assim-argumenta-habermas-90.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Peter Sloterdijk: “A vida atual não convida a pensar”</title>
      <pubDate>Sat, 04 May 2019 23:17:05 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Jacinto Antón</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Filósofo alemão há anos agita o mundo da filosofia, e o mundo como um todo, com sua obra. Nietzsche, diz, sempre o acompanhou</dcterms:alternative>
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      <category>Peter Sloterdijk</category>
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        <media:text>Peter Sloterdijk, fotografado em Barcelona em 2 de maio.</media:text>
        <media:description>Peter Sloterdijk, fotografado em Barcelona em 2 de maio.</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/11/27/cultura/1543350943_401404.html" title="Judith Butler: “Matar é o ápice da desigualdade social”" rel="related">
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/16/eps/1555434328_567480.html" title="Santiago Beruete: “Sócrates, Platão e Aristóteles se drogavam. Disseram coisas muito sensatas e autênticas asneiras”" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2019/05/03/internacional/1556893746_612400_1557001791_noticia_normal.jpg" width="980" height="576" alt="Peter Sloterdijk, fotografado em Barcelona em 2 de maio."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/peter_sloterdijk/a/"&gt;Peter Sloterdijk&lt;/a&gt; (Karlsruhe, Alemanha, 1947) é um dos grandes nomes do mundo do pensamento. Professor de Estética e Filosofia na Escola Superior de Design de sua cidade natal, há anos agita o mundo da filosofia – e o mundo como um todo – com suas obras, seu novos conceitos e termos, e suas opiniões. Autor de livros cruciais do pensar de nossa época como &lt;em&gt;Crítica da Razão Cínica&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Ira e Tempo&lt;/em&gt; e principalmente sua monumental trilogia &lt;em&gt;Esferas&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Bolhas&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Globos&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Espuma&lt;/em&gt;), em que desenvolve uma assombrosa teoria do espaço íntimo, Sloterdijk une sua profundidade intelectual a uma face midiática incomum em seu campo e uma cordialidade, um humor e uma ironia que o afastam do paradigma do filósofo alemão usual (&lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/karl_popper" target="_blank"&gt;Karl Popper&lt;/a&gt;, para citar um mal-humorado). O pensador visitou Barcelona onde se reuniu com várias centenas de pessoas em uma conversa no Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona (CCCB). Apesar de sua afabilidade e sua aparente tranquilidade, entrevistar Sloterdijk, cujas páginas um ser humano comum frequentemente precisa ler várias vezes para conseguir entendê-las, é um desafio. Com as passagens de &lt;em&gt;Esferas&lt;/em&gt; ainda flutuando na cabeça – “a esfera íntima, consubjetiva, não pode possuir em absoluto uma estrutura eucíclica e parmenídea: o globo psíquico não tem, com o filosófico bem arredondado, um único centro que irradia e engloba tudo, e sim dois epicentros que se interpelam mutuamente por ressonância” –, se entrevista Sloterdijk como se estivesse diante de Plotino. Um Plotino, de fato, um pouco desarrumado e sem meias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/03/internacional/1556893746_612400.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2019/05/03/ideas/1556893746_612400_1556894679_sumario_normal.jpg" width="360" height="539" alt="Sloterdijk, em Barcelona."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>Wolfram Eilenberger: “É perigoso achar que a filosofia ajuda a conseguir a felicidade”</title>
      <pubDate>Sat, 17 Aug 2019 20:47:16 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Iker Seisdedos</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Em seu novo ensaio, lançado há pouco no Brasil, o escritor alemão entrelaça as obras de Benjamin, Wittgenstein, Heidegger e Cassirer</dcterms:alternative>
      <description>Em seu novo ensaio, lançado há pouco no Brasil, o escritor alemão entrelaça as obras de Benjamin, Wittgenstein, Heidegger e Cassirer</description>
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        <media:credit>SAMUEL SÁNCHEZ</media:credit>
        <media:text>Eilenberger, em fevereiro passado, em Madri.</media:text>
        <media:description>Eilenberger, em fevereiro passado, em Madri.</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/20/cultura/1563613892_827024.html" title="Morre Agnes Heller, a filósofa da vida cotidiana que sobreviveu ao Holocausto" rel="related">
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/09/cultura/1557411080_605702.html" title="“Filosofia não faz perguntas para encontrar respostas, mas sim para questionar as já estabelecidas”" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/cultura/imagenes/2019/02/18/actualidad/1550521615_526443_1550521725_noticia_normal.jpg" width="980" height="585" alt="Eilenberger, em fevereiro passado, em Madri."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Como num desses romances em que todas as peças se encaixam, o ensaio &lt;em&gt;Tempo de Mágicos, &lt;/em&gt;&lt;a href="https://todavialivros.com.br/livros/tempo-de-magicos" target="_blank"&gt;lançado há pouco no Brasil pela editora Todavia&lt;/a&gt;&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; situa as vidas cruzadas de quatro pensadores (&lt;a href="https://elpais.com/tag/walter_benjamin/a"&gt;Walter Benjamin&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://elpais.com/tag/ernst_cassirer/a/"&gt;Ernst Cassirer&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://elpais.com/tag/martin_heidegger/a"&gt;Martin Heidegger&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://elpais.com/tag/ludwig_wittgenstein/a"&gt;Ludwig Wittgenstein&lt;/a&gt;) na deslumbrante constelação da Alemanha dos anos vinte. Ou seja, e segundo afirma o subtítulo, a grande década da filosofia, tempo que vai da proclamação em 1919 da &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/26/cultura/1564148647_990100.html"&gt;República de Weimar &lt;/a&gt;até a crise de 1929. Ou, quanto à produção teórica, do &lt;em&gt;Tratado Lógico-Filosófico&lt;/em&gt;, de Wittgenstein, até &lt;em&gt;A &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Filosofia das Formas Simbólicas, de Cassirer. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/18/cultura/1550521615_526443.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/cultura/imagenes/2019/02/18/actualidad/1550521615_526443_1550522935_sumario_normal.jpg" width="980" height="967" alt="A partir da esquerda, Wittgenstein, Cassirer, Heidegger e Benjamin, vistos por Sciammarella."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>“Não devemos ter medo de não fazer nada produtivo”</title>
      <pubDate>Mon, 23 Jul 2018 20:03:50 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Carles Geli</dc:creator>
      <dcterms:alternative>A escritora alemã Andrea Köhler defende as vantagens da espera em um ensaio literário-filosófico</dcterms:alternative>
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      <category>Martín Heidegger</category>
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        <media:credit>JUAN BARBOSA</media:credit>
        <media:text>Andrea Köhler em Barcelona</media:text>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/cultura/imagenes/2018/07/22/actualidad/1532254071_117195_1532278719_noticia_normal.jpg" width="360" height="541" alt="Andrea Köhler em Barcelona"&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Quando criança, a escritora e jornalista alemã Andrea Köhler (Bad Pyrmont, 1957) olhava o interior de algumas caixas de seus avós com fotos holográficas de pessoas; se esperasse e as movesse, pareciam fantasmas. Algo de fantasmagórico também havia no fato de aguardar pela revelação do papel fotográfico: “O que não aparecia, com a espera aparecia”. Isso acabou com a chegada da foto digital: “É puro imediatismo: você dispara e vê; o tempo de espera pela revelação se perdeu, um lapso em que outras coisas podiam acontecer em relação à paisagem, às pessoas ali retratadas ou a você mesmo; com o digital, essas coisas deixam de acontecer”. E aí nasceu a ideia de &lt;em&gt;Die geschenkte Zeit (&lt;/em&gt;'O tempo dado: um ensaio sobre a espera', em tradução livre&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;, uma refinada reflexão literário-filosófica sobre a espera, trançada a partir das leituras de 42 livros, dos &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3os_Grimm" target="_blank"&gt;irmãos Grimm&lt;/a&gt; a &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Peter_Sloterdijk" target="_blank"&gt;Sloterdijk&lt;/a&gt;, passando pelos picos de Beckett e seu &lt;em&gt;Esperando Godot&lt;/em&gt; ou do Heidegger de &lt;em&gt;Os Conceitos Fundamentais da Metafísica&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/07/22/cultura/1532254071_117195.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;A espera machista&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Em &lt;i&gt;Madame Bovary&lt;/i&gt; e em &lt;i&gt;Anna Karenina&lt;/i&gt; a ensaísta se fixa no fato de que a rebelião contra a espera feminina significa a perdição, o que contrasta, afirma, com a espera positiva quando se trata do idealizado homem perfeito. A espera é machista? “Durante muitos períodos da Humanidade, sempre foi a mulher a esperar que o homem voltasse, por exemplo, de longas viagens exploratórias e de guerras, e assim se associou; Penélope, a mulher de Ulisses, é o primeiro personagem literário em que a espera é unida à narração... E tudo isso, por sua vez, é ligado a uma eterna pergunta do ser humano: existirá, em algum lugar, alguém esperando por mim?”.&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>As vozes de Hannah Arendt</title>
      <pubDate>Sat, 30 Apr 2016 18:56:40 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Antonio Muñoz Molina</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Sua lucidez diante do totalitarismo não a ajudou a compreender o processo mental nem a vileza dos que o exerceram</dcterms:alternative>
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      <category>Guerra</category>
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      <category>Ultradireita</category>
      <category>Segunda Guerra Mundial</category>
      <category>Literatura</category>
      <category>História contemporânea</category>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/cultura/imagenes/2016/04/26/babelia/1461669894_626416_1461670590_noticia_normal.jpg" width="980" height="1270" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/hannah_arendt/a/"&gt;Hannah Arendt&lt;/a&gt; nunca se esqueceu dos anos de sua vida em que não teve um país, em que andou de um lado para o outro com documentos provisórios e em que esteve, a cada momento, à mercê de um policial que os pedisse ou de um guarda de fronteira que se negasse a carimbá-los. Tinha 27 anos quando fugiu da &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/alemania/a/"&gt;Alemanha&lt;/a&gt;, em 1933, e se refugiou, temporariamente, em Paris. Como contou, amargamente, o jornalista e escritor espanhol Manuel Chaves Nogales (1897 – 1944), os expatriados e os fugitivos dos regimes ditatoriais da Europa chegavam à França atraídos pelos ideais universais de liberdade e cidadania da Terceira República, mas, em vez de um refúgio, encontravam uma armadilha, porque, no país, na metade da década de 1930, se espessava uma atmosfera de xenofobia que fazia com que as vítimas das ditaduras e perseguições fossem vistas como inimigos preparando emboscadas, apátridas perigosos que traziam consigo sua miséria e ofendiam a boa consciência das pessoas ordeiras com seus presságios de desastres.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/26/cultura/1461669894_626416.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/cultura/imagenes/2016/04/26/babelia/1461669894_626416_1461675239_sumario_normal.jpg" width="980" height="557" alt="Hannah Arendt durante o julgamento de Adolff Eichmann, em 1960."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>Giorgio Agamben: “O estado de exceção se tornou norma”</title>
      <pubDate>Mon, 30 Apr 2018 04:31:30 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Francesc Arroyo</dc:creator>
      <dcterms:alternative>O pensador italiano, que publica no Brasil ‘O Fogo e o Relato’, fala de filosofia, de arte, de poesia e da tendência política do mundo atual</dcterms:alternative>
      <description>O pensador italiano, que publica no Brasil ‘O Fogo e o Relato’, fala de filosofia, de arte, de poesia e da tendência política do mundo atual</description>
      <category>Giorgio Agamben</category>
      <category>Gente</category>
      <category>Hannah Arendt</category>
      <category>Martín Heidegger</category>
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      <category>Sociedade</category>
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        <media:credit>Pere Duran</media:credit>
        <media:text>O filósofo italiano Giorgio Agamben fotografado na Espanha em 2014.</media:text>
        <media:description>O filósofo italiano Giorgio Agamben fotografado na Espanha em 2014.</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/08/21/internacional/1471745983_496690.html" title="“O espírito humano das pessoas em Guantánamo se apagou”" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/cultura/imagenes/2016/04/19/babelia/1461061660_628743_1461062200_noticia_normal.jpg" width="980" height="1595" alt="O filósofo italiano Giorgio Agamben fotografado na Espanha em 2014."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Se há um filósofo característico do presente é Giorgio Agamben. Nasceu em Roma em 1942, mas sua obra globalizada não pode desligar-se de suas atividades na França, Inglaterra e Alemanha, entre outros países em que trabalhou. É fácil detectar nela a influência de &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/martin_heidegger/a"&gt;Martin Heidegger&lt;/a&gt;, Walter Benjamin e &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/michel_foucault/a"&gt;Michel Foucault&lt;/a&gt;, mas também as de Kafka e do situacionista Guy Debord. Agamben chegou à universidade para estudar Direito, mas se inclinou pela &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/filosofia/a"&gt;filosofia&lt;/a&gt; depois de assistir entre 1966 e 1968 a alguns seminários com Martin Heidegger. Foi o mesmo período, recorda, em que descobriu Benjamin: “Dois autores muito diferentes. Um era o contraveneno do outro”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/19/cultura/1461061660_628743.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/cultura/imagenes/2016/04/19/babelia/1461061660_628743_1461062052_sumario_normal.jpg" width="980" height="484" alt="O filósofo italiano Giorgio Agamben fotografado em Girona, na Catalunha, em 2014."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>Heidegger privado</title>
      <pubDate>Sat, 12 Apr 2014 15:31:12 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Luis Fernando Moreno Claros</dc:creator>
      <dcterms:alternative>A divulgação das cadernetas que o filósofo escreveu durante seus anos no partido nazista provoca polêmica</dcterms:alternative>
      <description>A divulgação das cadernetas que o filósofo escreveu durante seus anos no partido nazista provoca polêmica</description>
      <category>Martín Heidegger</category>
      <category>Adolf Hitler</category>
      <category>Hannah Arendt</category>
      <category>Herbert Marcuse</category>
      <category>Friederich Nietzsche</category>
      <category>Friedrich Hölderlin</category>
      <category>Filosofia</category>
      <category>Alemanha</category>
      <category>Segunda Guerra Mundial</category>
      <category>Cultura</category>
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        <media:credit>Ullstein Bild</media:credit>
        <media:title>Martin Heidegger, assinalado com um x, em um ato de propaganda nazista em novembro de 1933.</media:title>
        <media:text>Martin Heidegger, identificado com um x, em um ato de propaganda nazista em novembro de 1933.</media:text>
        <media:description>Martin Heidegger, identificado com um x, em um ato de propaganda nazista em novembro de 1933.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/cultura/imagenes/2014/04/09/actualidad/1397054643_204960_1397055244_noticia_normal.jpg" width="560" height="346" alt="Martin Heidegger, identificado com um x, em um ato de propaganda nazista em novembro de 1933."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Três novos volumes pertencentes à monumental edição das obras completas de Martin Heidegger (1889-1976), aparecidos em março na Alemanha, chamaram a atenção para a personalidade e a obra do autor controverso de &lt;em&gt;Ser e tempo&lt;/em&gt;, “protagonista supremo da filosofia do século XX” para muitos, “filósofo nazista” a secas e trapaceiro para outros. Tais volumes constituem as primeiras revelações dos chamados “livros pretos”, as cadernetas de capas de borracha preta que Heidegger usava para fazer anotações sobre seus pensamentos. Ele começou a usar este tipo de caderno em 1931 e continuou usando até pouco antes de sua morte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/04/09/cultura/1397054643_204960.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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