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    <title>Feed MRSS-S pablo_trapero_a</title>
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      <title>Quem fecha as portas do mundo ao cinema latino-americano?</title>
      <pubDate>Fri, 26 Aug 2016 23:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Andrés Rodríguez</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Apesar dos prêmios, as produções enfrentam problemas de distribuição em frente à indústria de Hollywood</dcterms:alternative>
      <description>Apesar dos prêmios, as produções enfrentam problemas de distribuição em frente à indústria de Hollywood</description>
      <category>Hollywood</category>
      <category>Pablo Trapero</category>
      <category>Cinema dos Estados Unidos</category>
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      <category>Distribuição filmes</category>
      <category>Indústria Cinematográfica</category>
      <category>Brasil</category>
      <category>Cinema</category>
      <category>América do Sul</category>
      <category>América Latina</category>
      <category>América</category>
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        <media:credit>AP</media:credit>
        <media:text>O brasileiro Rodrigo Santoro no papel de Jesus em ‘Ben-Hur’</media:text>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/cultura/imagenes/2016/08/25/actualidad/1472145022_065606_1472180360_noticia_normal.jpg" width="980" height="653" alt="O brasileiro Rodrigo Santoro no papel de Jesus em ‘Ben-Hur’"&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;O &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/cine_iberoamericano/a" target="_blank"&gt;cinema latino-americano&lt;/a&gt; vive um grande momento. A &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/28/cultura/1454010132_052752.html" target="_blank"&gt;qualidade cinematográfica do continente já não é segredo para ninguém&lt;/a&gt;. “Nossos filmes não são fenômenos isolados, mas sim um fenômeno consolidado de produções que viajam pelo mundo”, diz o argentino &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/29/cultura/1438164137_431404.html" target="_blank"&gt;Pablo Tapero, diretor de &lt;em&gt;O clã&lt;/em&gt;, vencedor do Leão de Prata no Festival de Veneza&lt;/a&gt; e do Goya (Espanha) de melhor filme ibero-americano. Assim como esse drama policial, &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/04/cultura/1454584576_372783.html" target="_blank"&gt;outras produções obtiveram premiações semelhantes&lt;/a&gt;. No entanto, os filmes continuam se chocando contra os mesmos obstáculos: o acesso a salas comerciais, a dificuldade para fazer os lançamentos, a distribuição e a publicidade. É a luta desigual que se trava entre a produção da América Latina e &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/hollywood/a"&gt;Hollywood&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/08/25/cultura/1472145022_065606.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Os melhores filmes latino-americanos de 2015</title>
      <pubDate>Sat, 26 Dec 2015 11:53:18 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Luis Pablo Beauregard,Cecilia Ballesteros</dc:creator>
      <dcterms:alternative>‘El Espectador’ faz uma lista dos filmes que cativaram o público e que foram premiados em festivais</dcterms:alternative>
      <description>‘El Espectador’ faz uma lista dos filmes que cativaram o público e que foram premiados em festivais</description>
      <category>Pablo Trapero</category>
      <category>Prêmios Oscar</category>
      <category>Cinema dos Estados Unidos</category>
      <category>Prêmios cinema</category>
      <category>Cine mexicano</category>
      <category>Cinema Latino-americano</category>
      <category>Cinema</category>
      <category>América Latina</category>
      <category>América</category>
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        <media:credit>Berlinale</media:credit>
        <media:text>Alberto Castro, Pablo Larraín e Roberto Farías, de 'O clube'</media:text>
        <media:description>Alberto Castro, Pablo Larraín e Roberto Farías, de 'O clube'</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/cultura/imagenes/2015/12/24/actualidad/1450994062_794472_1450997142_noticia_normal.jpg" width="560" height="380" alt="Alberto Castro, Pablo Larraín e Roberto Farías, de 'O clube'"&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;2015 foi um grande ano para o cinema latino-americano. Como é tradição há vários anos, não há festival de cinema de prestígio que não tenha na competição um filme falado em espanhol ou &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/cine_iberoamericano/a/"&gt;produzido por um país da América Latina&lt;/a&gt;. &lt;em&gt;El Club&lt;/em&gt;, um filme chileno, arrasou na Berlinale deste ano. &lt;em&gt;Desde Allá&lt;/em&gt; foi o primeiro filme venezuelano a competir pelo Leão de Ouro em Veneza. Ao ganhá-lo, de forma bastante surpreendente, por sinal, &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/22/cultura/1445512975_986130.html"&gt;se tornou o primeiro filme latino-americano a ganhar a Mostra&lt;/a&gt;. Vários cineastas europeus olham para o outro lado do Atlântico para saber quais histórias estão sendo contadas nessas pequenas indústrias que continuam levantando a voz, apesar da presença avassaladora do cinema de Hollywood. &lt;em&gt;El Espectador&lt;/em&gt;, a revista de cinema latino-americano do EL PAÍS, apresenta uma lista dos melhores filmes da região que este ano deixou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/24/cultura/1450994062_794472.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>O realismo social do argentino Pablo Trapero</title>
      <pubDate>Fri, 11 Dec 2015 22:11:33 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Álex Vicente</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Prêmio em Veneza consolido o diretor argentino de ‘O Clã’, que estreia no Brasil</dcterms:alternative>
      <description>Prêmio em Veneza consolido o diretor argentino de ‘O Clã’, que estreia no Brasil</description>
      <category>Diretores cinema</category>
      <category>Pablo Trapero</category>
      <category>Festival Veneza</category>
      <category>Venezuela</category>
      <category>Argentina</category>
      <category>Atores</category>
      <category>Festivais cinema</category>
      <category>Festivais</category>
      <category>Gente</category>
      <category>América Latina</category>
      <category>América do Sul</category>
      <category>América</category>
      <category>Cultura</category>
      <category>Eventos</category>
      <category>Sociedade</category>
      <category>Cinema</category>
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        <media:title>“Dedico-me ao cinema porque pode emocionar e provocar debate”</media:title>
        <media:text>“Dedico-me ao cinema porque pode emocionar e provocar debate”</media:text>
        <media:description>“Dedico-me ao cinema porque pode emocionar e provocar debate”</media:description>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;Retornar ao Lido foi uma maneira de fechar o círculo. Há 16 anos, Pablo Trapero (San Justo, Argentina, 1971) apresentou seu primeiro longa-metragem, &lt;em&gt;Mundo Grúa&lt;/em&gt;, em uma sessão paralela da Mostra de Veneza. Desde então, o cineasta construiu uma carreira sólida até alcançar a consagração com &lt;em&gt;O Clã&lt;/em&gt;, que estreia nesta semana nos cinemas brasileiros, onde reconstrói a história real de uma família que realizou sequestros e execuções no começo dos anos 80. O líder do clã era Arquímedes Puccio, um economista e ex-diplomata dos serviços secretos que escolheu como vítimas os ricos amigos de um de seus filhos, estrela do rúgbi.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/09/13/cultura/1442168253_083779.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Festival de Veneza traz filmes latinos em uma programação 'atrevida'</title>
      <pubDate>Thu, 30 Jul 2015 20:56:41 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Tommaso Koch</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Argentino Pablo Trapero e venezuelano Lorenzo Vigas concorrerão ao Leão de Ouro
Do Brasil, há um curta-metragem e dois longas em uma mostra paralela</dcterms:alternative>
      <description>Argentino Pablo Trapero e venezuelano Lorenzo Vigas concorrerão ao Leão de Ouro
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      <category>Festival Veneza</category>
      <category>Tom Hooper</category>
      <category>Charlie Kaufman</category>
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      <category>Pablo Trapero</category>
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      <category>Filmes</category>
      <category>Festivais</category>
      <category>Cinema</category>
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      <category>Sociedade</category>
      <category>Luca Guadagnino</category>
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        <media:credit>Mateus Sá (Divulgação)</media:credit>
        <media:text>Cena do filme brasileiro &amp;#039;Boi Neon&amp;#039;, de Gabriel Mascaro.</media:text>
        <media:description>Cena do filme brasileiro &amp;#039;Boi Neon&amp;#039;, de Gabriel Mascaro.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2015/07/29/cultura/1438164137_431404_1438282976_noticia_normal.jpg" width="560" height="373" alt="Cena do filme brasileiro &amp;#039;Boi Neon&amp;#039;, de Gabriel Mascaro."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Revertendo a postura do ano passado, em que não havia nenhum rastro de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/latinoamerica/a/"&gt;América Latina&lt;/a&gt; em sua competição principal, o festival de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/cine/a/"&gt;cinema&lt;/a&gt; de Veneza anunciou dois filmes latino-americanos na disputa pelo Leão de Ouro de sua 72º edição: &lt;em&gt;El Clan&lt;/em&gt;, do argentino Pablo Trapero – coproduzida com a espanhola El Deseo –, e &lt;em&gt;Desde Allá&lt;/em&gt;, do venezuelano Lorenzo Vigas. Do Brasil, especificamente, participam um curta-metragem e dois longas em uma mostra paralela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/29/cultura/1438164137_431404.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Homenagem a Tavernier&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;O cineasta francês Bertrand Tavernier será agraciado com o Leão de Ouro pela carreira na 72ª edição da Mostra de Cinema de Veneza, entre 2 e 12 de setembro. O anúncio foi feito na entrevista coletiva do presidente da Bienal veneziana, Paolo Baratta, e do diretor da Mostra, Alberto Barbera. "Tavernier é um autor completo, instintivamente inconformista, valentemente eclético. O conjunto de sua obra constitui um &lt;i&gt;corpus&lt;/i&gt; em parte anômalo no panorama do cinema francês dos últimos 40 anos", destacaram os organizadores. Tavernier (Lyon, 1941) é um dos cineastas mais reconhecidos da cinematografia galesa e é considerado um dos herdeiros da Nouvelle Vague de Godard, Chabrol e Truffaut. Algumas de suas obras mais destacadas são &lt;i&gt;A Morte ao Vivo &lt;/i&gt;(1979), &lt;i&gt;Um Olhar para a Vida&lt;/i&gt; (1980) e &lt;i&gt;A Isca &lt;/i&gt;(1995), Urso de Ouro no Festival de Berlim. Outros filmes seus são &lt;i&gt;Des Enfants Gatés&lt;/i&gt; (1977), &lt;i&gt;A Lei de Quem Tem o Poder&lt;/i&gt; (1981), &lt;i&gt;Um Sonho de Domingo&lt;/i&gt; (1984) – prêmio de melhor diretor em Cannes – e &lt;i&gt;La Passion Béatrice&lt;/i&gt; (1987). Participou de Veneza duas vezes: em 1986 com &lt;i&gt;Por Volta da Meia-Noite&lt;/i&gt;, que ganhou o &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/premios_oscar/a/"&gt;Oscar&lt;/a&gt; por sua trilha musical e a indicação a seu protagonista, o saxofonista norte-americano Dexter Gordon. A segunda ocasião foi em 1992, com &lt;i&gt;L.627 – Corrupção Policial &lt;/i&gt;(1992).&lt;/p&gt;</content:encoded>
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