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    <title>Feed MRSS-S rfa_republica_federal_alemania_a</title>
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      <title>Muro de Berlim, a ferida identitária que golpeia a Alemanha</title>
      <pubDate>Mon, 11 Nov 2019 11:58:51 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Ana Carbajosa</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Três décadas depois, a queda do muro e a reunificação alemã escrevem uma história de sucesso extraordinária que contrasta com o sentimento de frustração e o desejo identitário de muitos cidadãos do Leste, do qual se alimenta a ultradireita</dcterms:alternative>
      <description>Três décadas depois, a queda do muro e a reunificação alemã escrevem uma história de sucesso extraordinária que contrasta com o sentimento de frustração e o desejo identitário de muitos cidadãos do Leste, do qual se alimenta a ultradireita</description>
      <category>Muro Berlim</category>
      <category>Guerra fria</category>
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      <category>História</category>
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      <category>Política</category>
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        <media:credit>LUIS MAGÁN</media:credit>
        <media:title>muro berlin</media:title>
        <media:text>Pintada na cara ocidental do muro, vigiado por soldados orientais, em novembro de 1989.</media:text>
        <media:description>Pintada na cara ocidental do muro, vigiado por soldados orientais, em novembro de 1989.</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/04/internacional/1572872919_797091.html" title="O triunfo ocidental em 1989 incubou as turbulências de 2019" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573257434_noticia_normal.jpg" width="980" height="552" alt="Pintada na cara ocidental do muro, vigiado por soldados orientais, em novembro de 1989."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Três décadas depois, a queda do muro de Berlim e a reunificação alemã escrevem uma história de sucesso extraordinária que contrasta com o sentimento de frustração e o desejo identitário de muitos cidadãos do Leste, do qual se alimenta a ultradireita&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/09/internacional/1573254781_163549.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573256024_sumario_normal.jpg" width="980" height="3068" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573256826_sumario_normal.jpg" width="980" height="2245" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573256166_sumario_normal.jpg" width="980" height="552" alt="Protesto em Dresden no outono de 1989 para exigir reformas democráticas."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573256983_sumario_normal.jpg" width="980" height="656" alt="Placa da Prager Strasse, em Dresden, que recorda os protestos contra o regime da RDA, dos quais Frank Richter participou no final dos anos oitenta."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573255670_sumario_normal.jpg" width="980" height="400" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573255851_sumario_normal.jpg" width="980" height="420" alt="Foto de Joachim Rudolph e sua esposa, Eveline, e a placa que ele pendurou em sua casa para recordar a casa onde estava o túnel que, durante um tempo, uniu as duas metades de Berlim."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573255966_sumario_normal.jpg" width="980" height="400" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573255761_sumario_normal.jpg" width="980" height="400" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573256910_sumario_normal.jpg" width="980" height="1575" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2019/11/09/actualidad/1573254781_163549_1573256711_sumario_normal.jpg" width="980" height="920" alt="Ines Geipel, em uma imagem de arquivo."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>A Alemanha Oriental venceu a guerra dos orgasmos</title>
      <pubDate>Mon, 07 Oct 2019 22:40:24 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>El País</dc:creator>
      <dcterms:alternative>As mulheres gozavam mais nos países socialistas? As diferenças entre a República Democrática Alemã (RDA) e a República Federal da Alemanha (RFA) são um exemplo de como o capitalismo afeta a sexualidade</dcterms:alternative>
      <description>As mulheres gozavam mais nos países socialistas? As diferenças entre a República Democrática Alemã (RDA) e a República Federal da Alemanha (RFA) são um exemplo de como o capitalismo afeta a sexualidade</description>
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        <media:credit>Konrad Giehr (GETTY IMAGES)</media:credit>
        <media:text>Duas modelos em 1960 em frente ao portão de Brandemburgo, entre os setores leste e oeste de Berlim, antes da construção do muro.</media:text>
        <media:description>Duas modelos em 1960 em frente ao portão de Brandemburgo, entre os setores leste e oeste de Berlim, antes da construção do muro.</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/04/estilo/1567607672_535745.html" title="Quinze minutos de êxtase: esta é a provocadora promessa da meditação orgásmica" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2019/10/04/ideas/1570201563_930103_1570202025_noticia_normal.jpg" width="980" height="600" alt="Duas modelos em 1960 em frente ao portão de Brandemburgo, entre os setores leste e oeste de Berlim, antes da construção do muro."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Durante quatro décadas, as duas Alemanhas &lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/05/album/1517835790_012071.html"&gt;seguiram caminhos diferentes&lt;/a&gt;, sobretudo no que diz respeito à construção de masculinidades e feminilidades ideais. Na &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/alemania"&gt;Alemanha Ocidental&lt;/a&gt;, abraçou-se o capitalismo, os papéis de gênero tradicionais e o modelo do casamento monogâmico burguês em que o homem sustenta a família, e a mulher é dona de casa. No lado Oriental, o objetivo da emancipação das mulheres, combinado com a escassez de mão de obra, levou a uma incorporação maciça delas à população ativa. Como contava a historiadora Dagmar Herzog em seu livro &lt;em&gt;Sex After Fascism&lt;/em&gt; (“O sexo depois do fascismo”), publicado em 2007, na Alemanha Oriental o Estado promoveu ativamente a igualdade de gênero e a independência econômica das mulheres como características distintivas do socialismo, num esforço de demonstrar sua superioridade moral acima do Ocidente democrático e capitalista. Já no começo da década de 1950, as publicações estatais estimulavam os homens alemães a participarem do trabalho doméstico, compartilhando assim o ônus do cuidado da prole de forma mais equitativa com suas esposas, caso estas também trabalhassem em jornada completa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/04/cultura/1570201563_930103.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>A crise migratória divide a Alemanha no 25º aniversário da reunificação</title>
      <pubDate>Sat, 03 Oct 2015 22:52:36 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Luis Doncel</dc:creator>
      <dcterms:alternative>“Nosso coração é grande, mas as possibilidades são finitas”, disse o presidente Gauck</dcterms:alternative>
      <description>“Nosso coração é grande, mas as possibilidades são finitas”, disse o presidente Gauck</description>
      <category>Europa Central</category>
      <category>Imigração</category>
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        <media:credit>KAI PFAFFENBACH (REUTERS)</media:credit>
        <media:text>A chanceler Angela Merkel e o presidente alemão Joachim Gauck, durante a celebração em Frankfurt do 25º aniversário da reunificação alemã.</media:text>
        <media:description>A chanceler Angela Merkel e o presidente alemão Joachim Gauck, durante a celebração em Frankfurt do 25º aniversário da reunificação alemã.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/10/03/actualidad/1443877641_573760_1443878192_noticia_normal.jpg" width="560" height="373" alt="A chanceler Angela Merkel e o presidente alemão Joachim Gauck, durante a celebração em Frankfurt do 25º aniversário da reunificação alemã."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;A igreja de San Nicolau, no centro de Leipzig, foi testemunha das manifestações que começaram por volta do verão de 1989. O protesto cresceu a ponto de derrubar o &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/muro_berlin/a/"&gt;Muro de Berlim&lt;/a&gt; em apenas dois meses; e resultou, em 3 de outubro de 1990, na dissolução da Alemanha Oriental. A &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/alemania/a/"&gt;Alemanha&lt;/a&gt; celebrou, neste sábado, &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/02/internacional/1443817632_786169.html"&gt;o aniversário de 25 anos da reunificação&lt;/a&gt; escondida em um debate apaixonado sobre a melhor forma de responder à maior crise de imigração desde a &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/segunda_guerra_mundial/a/"&gt;Segunda Guerra Mundial&lt;/a&gt;. As pesquisas mostram um país dividido em dois: os que não sentem medo da chegada de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/refugiados/a/"&gt;refugiados&lt;/a&gt; e os que sentem. “Nosso coração é grande, mas nossas possibilidades são finitas”, alertou o presidente Joachim Gauck.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/03/internacional/1443877641_573760.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Festas após um quarto de século juntos&lt;/h3&gt;&lt;ul class="en_contenido"&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Joachim Gauck&lt;/strong&gt;, presidente federal alemão, apresentou a integração dos refugiados como um desafio maior que o da reunificação. “A diferença é que agora temos que crescer juntos, mas nunca estivemos unidos”, disse.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O chefe de Estado também pediu &lt;b&gt;uma solução europeia&lt;/b&gt; à crise dos refugiados. “Não podemos manter a abertura atual se não decidirmos melhorar a segurança das fronteiras exteriores da Europa”, acrescentou Gauck.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</content:encoded>
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      <title>Alemanha celebra o sucesso dos 25 anos de reunificação</title>
      <pubDate>Sat, 03 Oct 2015 15:08:46 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Luis Doncel</dc:creator>
      <dcterms:alternative>A união conseguiu aumentar o nível de vida dos cidadãos do leste, apesar das diferenças</dcterms:alternative>
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      <category>Joachim Gauck</category>
      <category>Angela Merkel</category>
      <category>Helmut Kohl</category>
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        <media:title>Alemanha celebra como um sucesso os 25 anos de reunificação</media:title>
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      <content:encoded>&lt;p&gt;A elite política alemã festejará hoje na cidade de Frankfurt os 25 anos da &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/unificacion_alemana/a/"&gt;reunificação dos dois países&lt;/a&gt; que levavam o nome de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/alemania/a/"&gt;Alemanha&lt;/a&gt; a partir do final da Segunda Guerra Mundial até 1990. Um quarto de século mais tarde, é possível dizer que a absorção da República Democrática Alemã pela República Federal da Alemanha – algo que no fim dos anos oitenta estava fora do debate político e que, quando realizado, foi alvo de muitas dúvidas e resistências – foi um sucesso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/02/internacional/1443817632_786169.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/10/02/actualidad/1443817632_786169_1443876805_sumario_normal.png" width="300" height="360" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/10/02/actualidad/1443817632_786169_1443875878_sumario_normal.png" width="560" height="791" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/10/02/actualidad/1443817632_786169_1443875897_sumario_normal.png" width="560" height="452" alt="."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>O mundo mudou naquele 9 de novembro</title>
      <pubDate>Sun, 09 Nov 2014 17:08:21 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Luis Doncel</dc:creator>
      <dcterms:alternative>A queda do Muro de Berlim abriu caminho para o colapso do bloco comunista, a reunificação de um país e uma Alemanha com maior poder na UE</dcterms:alternative>
      <description>A queda do Muro de Berlim abriu caminho para o colapso do bloco comunista, a reunificação de um país e uma Alemanha com maior poder na UE</description>
      <category>Muro Berlim</category>
      <category>Berlim</category>
      <category>Angela Merkel</category>
      <category>Helmut Kohl</category>
      <category>Willy Brandt</category>
      <category>RDA</category>
      <category>RFA</category>
      <category>Guerra fria</category>
      <category>Desaparición URSS</category>
      <category>Unificación alemana</category>
      <category>URSS</category>
      <category>Alemanha</category>
      <category>Blocos políticos</category>
      <category>Segunda Guerra Mundial</category>
      <category>Blocos internacionais</category>
      <category>História contemporânea</category>
      <category>Guerra</category>
      <category>Conflitos políticos</category>
      <category>História</category>
      <category>Conflitos</category>
      <category>Política</category>
      <category>Relações exteriores</category>
      <category>Europa Central</category>
      <category>Europa</category>
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        <media:credit>Fabrizio Bensch (Reuters)</media:credit>
        <media:text>Cidadãos dos dois lados de Berlim celebram sobre o Muro a abertura da fronteira em 9 de novembro de 1989.</media:text>
        <media:description>Cidadãos dos dois lados de Berlim celebram sobre o Muro a abertura da fronteira em 9 de novembro de 1989.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2014/10/29/actualidad/1414600848_483172_1415149010_noticia_normal.jpg" width="560" height="345" alt="Cidadãos dos dois lados de Berlim celebram sobre o Muro a abertura da fronteira em 9 de novembro de 1989."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Neste fim de semana, Berlim voltará a ser &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2014/10/30/cultura/1414673919_325973.html"&gt;uma cidade dividida&lt;/a&gt;. Oito mil balões desenharão uma linha luminosa de 15 quilômetros de extensão, um traçado que durante a guerra fria foi uma das fronteiras mais vigiadas do mundo. Mas quem sair às ruas em 9 de novembro não encontrará o muro de 3,6 metros de altura que dividiu Berlim – e, de certa forma, o mundo inteiro – entre 1961 e 1989. Sob o lema “valor à liberdade”, os cidadãos celebrarão o &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2014/10/30/cultura/1414673919_325973.html"&gt;25º aniversário do dia em que tudo mudo&lt;/a&gt;u. Desde então, qualquer um pode viajar tranquilamente de Dresden a Hannover, sem ir para a cadeia ou perder a vida, como ocorreu às quatrocentas pessoas que morreram tentando abandonar a Alemanha socialista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/10/29/internacional/1414600848_483172.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2014/10/29/actualidad/1414600848_483172_1415149846_sumario_normal.jpg" width="300" height="197" alt="Um carro Trabant cruza a fronteira na noite de 9 de novembro de 1989."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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