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    <title>Feed MRSS-S save_children_a</title>
    <description>Feed MRSS-S save_children_a, brasil.elpais.com</description>
    <language>pt-br</language>
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      <title>Eles eram crianças quando superaram a guerra</title>
      <pubDate>Thu, 02 Jan 2020 20:14:42 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Dominic Nahr</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Eles eram crianças quando superaram a guerra</dcterms:alternative>
      <description>Eles eram crianças quando superaram a guerra</description>
      <category>Save The Children</category>
      <category>Sobreviventes</category>
      <category>ONG</category>
      <category>Vítimas guerra</category>
      <category>Vítimas</category>
      <category>Solidariedade</category>
      <category>Infância</category>
      <category>Guerra</category>
      <category>Acontecimentos</category>
      <category>Conflictos armados</category>
      <category>Sociedade</category>
      <category>Conflitos</category>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Erich Karl cresceu pobre e em circunstâncias difíceis em Weimar (Alemanha), durante a Primeira Guerra Mundial. Aos 106 anos, ele ainda se lembra do chocolate quente que recebeu quando criança como parte de um programa de alimentação escolar. Após a Primeira Guerra Mundial, as crianças alemãs foram os primeiros beneficiários do Fundo Save the Children, criado em 1919.</media:text>
          <media:description>Erich Karl cresceu pobre e em circunstâncias difíceis em Weimar (Alemanha), durante a Primeira Guerra Mundial. Aos 106 anos, ele ainda se lembra do chocolate quente que recebeu quando criança como parte de um programa de alimentação escolar. Após a Primeira Guerra Mundial, as crianças alemãs foram os primeiros beneficiários do Fundo Save the Children, criado em 1919.</media:description>
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          <media:text>Após a Primeira Guerra Mundial, crianças alemãs como Erich Karl foram os primeiros beneficiários do Fundo Save the Children, criado em 1919. Na imagem, negativos da sessão de fotos do fotógrafo Dominic Nahr para o agora velho Karl, que 106 anos.</media:text>
          <media:description>Após a Primeira Guerra Mundial, crianças alemãs como Erich Karl foram os primeiros beneficiários do Fundo Save the Children, criado em 1919. Na imagem, negativos da sessão de fotos do fotógrafo Dominic Nahr para o agora velho Karl, que 106 anos.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr / Save The Children</media:credit>
          <media:text>María Consuelo Beltrán (menina à direita na foto de época) tinha oito anos quando a Guerra Civil Espanhola começou. Ela agora tem 91 anos. Save the Children atuou na Espanha desde o outono de 1936 até meados de 1938; distribuiu roupas, leite e comida e cuidou dos menores que fugiram para a França e moravam em casas e campos de férias, conhecidos como "colônias".</media:text>
          <media:description>María Consuelo Beltrán (menina à direita na foto de época) tinha oito anos quando a Guerra Civil Espanhola começou. Ela agora tem 91 anos. Save the Children atuou na Espanha desde o outono de 1936 até meados de 1938; distribuiu roupas, leite e comida e cuidou dos menores que fugiram para a França e moravam em casas e campos de férias, conhecidos como "colônias".</media:description>
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          <media:text>María Consuelo Beltrán, 91 anos, cresceu no País Basco durante a Guerra Civil Espanhola. Hoje, se lembra perfeitamente de quando sua cidade natal Irún, localizada na fronteira com a França, foi fortemente bombardeada em 1936. Logo depois, ela foi levada pelos apoiadores do ditador Francisco Franco e sua família fugiu para fazendas próximas.</media:text>
          <media:description>María Consuelo Beltrán, 91 anos, cresceu no País Basco durante a Guerra Civil Espanhola. Hoje, se lembra perfeitamente de quando sua cidade natal Irún, localizada na fronteira com a França, foi fortemente bombardeada em 1936. Logo depois, ela foi levada pelos apoiadores do ditador Francisco Franco e sua família fugiu para fazendas próximas.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Evelyne Brix cresceu durante a Segunda Guerra Mundial em Berlim. Em 1943, as Forças Aliadas lançaram bombas contra a capital. As escolas foram fechadas e as crianças foram evacuadas como parte dos programas do governo. Brix passou cerca de dois anos em Lázně Letiny, hoje na República Tcheca, sob um programa governamental de evacuação de crianças para as áreas rurais.</media:text>
          <media:description>Evelyne Brix cresceu durante a Segunda Guerra Mundial em Berlim. Em 1943, as Forças Aliadas lançaram bombas contra a capital. As escolas foram fechadas e as crianças foram evacuadas como parte dos programas do governo. Brix passou cerca de dois anos em Lázně Letiny, hoje na República Tcheca, sob um programa governamental de evacuação de crianças para as áreas rurais.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Evelyne Brix é de 20 de abril de 1938. Em 1946, Evelyne tinha 14 anos e recebeu refeições escolares gratuitas como parte dos programas cofinanciados e organizados pela Save the Children em toda a Alemanha, em face da escassez de alimentos após a guerra. "Eles não precisaram nos ajudar. Afinal, éramos inimigos", diz.</media:text>
          <media:description>Evelyne Brix é de 20 de abril de 1938. Em 1946, Evelyne tinha 14 anos e recebeu refeições escolares gratuitas como parte dos programas cofinanciados e organizados pela Save the Children em toda a Alemanha, em face da escassez de alimentos após a guerra. "Eles não precisaram nos ajudar. Afinal, éramos inimigos", diz.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Yong Woong Jo tem 74 anos e testemunhou a Guerra da Coreia e a batalha pela capital de Incheon, com seis anos de idade. A Save the Children começou a trabalhar na Coreia do Sul no final da guerra e lançou um programa em larga escala para crianças.</media:text>
          <media:description>Yong Woong Jo tem 74 anos e testemunhou a Guerra da Coreia e a batalha pela capital de Incheon, com seis anos de idade. A Save the Children começou a trabalhar na Coreia do Sul no final da guerra e lançou um programa em larga escala para crianças.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Foto de Yong Woong Jo (à esquerda), que testemunhou a Guerra da Coréia e a batalha pela capital de Incheon, quando ele tinha seis anos de idade. A foto foi tirada em 1956 e ele agora tem 74 anos. Graças ao programa Save The Children no país, Yong Woong conheceu a pessoa que o patrocinou, a norte-americana Naomi Middaugh, aos seis anos de idade. Ela lhe enviou material escolar e deu-lhe um gravador. Eles trocaram cartas e gravações de voz até a década de 1980. Nunca se conheceram pessoalmente.</media:text>
          <media:description>Foto de Yong Woong Jo (à esquerda), que testemunhou a Guerra da Coréia e a batalha pela capital de Incheon, quando ele tinha seis anos de idade. A foto foi tirada em 1956 e ele agora tem 74 anos. Graças ao programa Save The Children no país, Yong Woong conheceu a pessoa que o patrocinou, a norte-americana Naomi Middaugh, aos seis anos de idade. Ela lhe enviou material escolar e deu-lhe um gravador. Eles trocaram cartas e gravações de voz até a década de 1980. Nunca se conheceram pessoalmente.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Theophilus Chukwuemeka Amadi foi uma das crianças que sofreu desnutrição grave durante a Guerra de Biafra no final dos anos 1960. Seu irmão mais novo não sobreviveu à doença. Emeka, que tinha três anos na época, sobreviveu graças à ajuda médica e alimentos fornecidos por organizações de ajuda humanitária que apoiavam centenas de milhares de pessoas.</media:text>
          <media:description>Theophilus Chukwuemeka Amadi foi uma das crianças que sofreu desnutrição grave durante a Guerra de Biafra no final dos anos 1960. Seu irmão mais novo não sobreviveu à doença. Emeka, que tinha três anos na época, sobreviveu graças à ajuda médica e alimentos fornecidos por organizações de ajuda humanitária que apoiavam centenas de milhares de pessoas.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Parte do Museu Nacional de Guerra da Nigéria, em Umuahia, antiga capital de Biafra. Hoje, Emeka tem 54 anos e trabalha no Museu Nacional de Guerra da Nigéria, em Umuahia, para garantir que os terríveis eventos do passado nunca sejam esquecidos.</media:text>
          <media:description>Parte do Museu Nacional de Guerra da Nigéria, em Umuahia, antiga capital de Biafra. Hoje, Emeka tem 54 anos e trabalha no Museu Nacional de Guerra da Nigéria, em Umuahia, para garantir que os terríveis eventos do passado nunca sejam esquecidos.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Vichuta Ly, 54 anos, desce as escadas do Ministério da Justiça em Phnom Penh. Seu pai era ministro da Justiça e foi capturado nos primeiros dias do regime do Khmer Vermelho. Sua família foi avisada para deixar a cidade antes que eles também fossem levados. Vichuta lembra: "No meio da noite, um membro do Khmer Vermelho veio e nos disse que deveríamos deixar a cidade".</media:text>
          <media:description>Vichuta Ly, 54 anos, desce as escadas do Ministério da Justiça em Phnom Penh. Seu pai era ministro da Justiça e foi capturado nos primeiros dias do regime do Khmer Vermelho. Sua família foi avisada para deixar a cidade antes que eles também fossem levados. Vichuta lembra: "No meio da noite, um membro do Khmer Vermelho veio e nos disse que deveríamos deixar a cidade".</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Ossos no chão dentro do Centro Genocida Choeung Ek, um monumento aos dois milhões de pessoas que morreram durante o período do Khmer Vermelho. Vichuta Ly, 54, perdeu 30 membros de sua família.</media:text>
          <media:description>Ossos no chão dentro do Centro Genocida Choeung Ek, um monumento aos dois milhões de pessoas que morreram durante o período do Khmer Vermelho. Vichuta Ly, 54, perdeu 30 membros de sua família.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Mawla Jan Nazari chora em casa depois de falar sobre a morte de seu irmão durante um ataque russo. Aos 16 anos, Mawla Jan juntou-se aos Mujahideen e lutou contra os soviéticos. O gatilho para isso foi a morte de seu irmão mais velho, que já havia se juntado a eles no início da intervenção. "Ele foi morto com 72 outros combatentes em ataques aéreos".</media:text>
          <media:description>Mawla Jan Nazari chora em casa depois de falar sobre a morte de seu irmão durante um ataque russo. Aos 16 anos, Mawla Jan juntou-se aos Mujahideen e lutou contra os soviéticos. O gatilho para isso foi a morte de seu irmão mais velho, que já havia se juntado a eles no início da intervenção. "Ele foi morto com 72 outros combatentes em ataques aéreos".</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Três jovens que vendem sorvete fazem uma pausa e embarcam em um velho tanque russo abandonado durante sua viagem de Cabul para Jalalabad.</media:text>
          <media:description>Três jovens que vendem sorvete fazem uma pausa e embarcam em um velho tanque russo abandonado durante sua viagem de Cabul para Jalalabad.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Vanessa tem 29 anos. Em 1994, quando tinha apenas cinco anos, ela viveu o genocídio contra os tutsis em Ruanda. Mais de um milhão de pessoas foram mortas em apenas alguns meses. Como centenas de milhares de pessoas, ela também teve que fugir da violência brutal. Sua mãe amarrou as mangas da camisa de Vanessa ao lado das de dois de seus irmãos para que não se perdessem entre a grande massa de pessoas que fugiam. Graças a isso, ela mantém contato com seus irmãos.</media:text>
          <media:description>Vanessa tem 29 anos. Em 1994, quando tinha apenas cinco anos, ela viveu o genocídio contra os tutsis em Ruanda. Mais de um milhão de pessoas foram mortas em apenas alguns meses. Como centenas de milhares de pessoas, ela também teve que fugir da violência brutal. Sua mãe amarrou as mangas da camisa de Vanessa ao lado das de dois de seus irmãos para que não se perdessem entre a grande massa de pessoas que fugiam. Graças a isso, ela mantém contato com seus irmãos.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>Vanessa começa a chorar quando se lembra dos pais. Ela não os vê desde os anos de guerra em seu país. Juntamente com seus irmãos, ela se matriculou em um programa de reagrupamento familiar da Save the Children em 1995.</media:text>
          <media:description>Vanessa começa a chorar quando se lembra dos pais. Ela não os vê desde os anos de guerra em seu país. Juntamente com seus irmãos, ela se matriculou em um programa de reagrupamento familiar da Save the Children em 1995.</media:description>
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          <media:credit>Dominic Nahr (Save The Children)</media:credit>
          <media:text>José David Ríos cresceu em uma região da Colômbia onde o cultivo de coca e o tráfico de drogas são generalizados. O conflito entre o governo, grupos de guerrilha e forças paramilitares dominou sua infância. Quando ele tinha nove anos, foi envolvido em um tiroteio entre o exército rebelde das FARC e as tropas do governo. Ele foi baleado nas duas pernas e um braço. Um programa para jovens da Save the Children Colômbia deu-lhe apoio psicológico.</media:text>
          <media:description>José David Ríos cresceu em uma região da Colômbia onde o cultivo de coca e o tráfico de drogas são generalizados. O conflito entre o governo, grupos de guerrilha e forças paramilitares dominou sua infância. Quando ele tinha nove anos, foi envolvido em um tiroteio entre o exército rebelde das FARC e as tropas do governo. Ele foi baleado nas duas pernas e um braço. Um programa para jovens da Save the Children Colômbia deu-lhe apoio psicológico.</media:description>
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          <media:text>Amal deixou a cidade sitiada de Homs, na Síria, com sete anos e procurou refúgio no Líbano. Ela é uma garota quieta, mas chora muito quando se lembra da avó, que teve que ficar em Homs. A guerra na Síria dura quase nove anos e, no Líbano, cerca de um quarto de sua população é refugiada de origem síria.</media:text>
          <media:description>Amal deixou a cidade sitiada de Homs, na Síria, com sete anos e procurou refúgio no Líbano. Ela é uma garota quieta, mas chora muito quando se lembra da avó, que teve que ficar em Homs. A guerra na Síria dura quase nove anos e, no Líbano, cerca de um quarto de sua população é refugiada de origem síria.</media:description>
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          <media:text>Rajiya nasceu em março de 2019 no Save the Children Camp 21, localizado no campo de refugiados de Kutupalong, perto de Cox‘s Bazar, em Bangladesh. Rajiya passou os primeiros dez dias de sua vida no hospital desde que sua mãe teve um sangramento grave. A mãe de Rajiya, Jannat Khatun (20 anos), está no Bazar de Cox's há cerca de um ano, quando fugiu de Mianmar por causa da violência contra os Rohingya, a minoria étnica à qual ela pertence.</media:text>
          <media:description>Rajiya nasceu em março de 2019 no Save the Children Camp 21, localizado no campo de refugiados de Kutupalong, perto de Cox‘s Bazar, em Bangladesh. Rajiya passou os primeiros dez dias de sua vida no hospital desde que sua mãe teve um sangramento grave. A mãe de Rajiya, Jannat Khatun (20 anos), está no Bazar de Cox's há cerca de um ano, quando fugiu de Mianmar por causa da violência contra os Rohingya, a minoria étnica à qual ela pertence.</media:description>
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      <title>Crianças da América Central e o muro dos EUA que não distingue idades</title>
      <pubDate>Thu, 23 May 2019 15:50:10 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/18/album/1547844270_526881.html</link>
      <dc:creator>El País</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Crianças da América Central e o muro dos EUA que não distingue idades</dcterms:alternative>
      <description>Crianças da América Central e o muro dos EUA que não distingue idades</description>
      <category>Política exterior</category>
      <category>Migração</category>
      <category>Demografia</category>
      <category>Relações exteriores</category>
      <category>Sociedade</category>
      <category>Conflitos</category>
      <category>Save The Children</category>
      <category>Muro Estados Unidos-México</category>
      <category>Muro segurança</category>
      <category>Conflitos fronteiriços</category>
      <category>Imigração irregular</category>
      <category>ONG</category>
      <category>Política migração</category>
      <category>Fronteiras</category>
      <category>Solidariedade</category>
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        <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
        <media:text>Migrantes cruzam de forma irregular de Sonora a Arizona, nos Estados Unidos.</media:text>
        <media:description>Migrantes cruzam de forma irregular de Sonora a Arizona, nos Estados Unidos.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>Jacqueline tem 14 anos. Foge da violência de San Pedro Sula (Honduras), um dos locais mais violentos do mundo. Quis escapar das maras (quadrilhas), a pobreza e a falta de oportunidades. Seu sonho era reencontrar sua irmã, também menor, que migrava para o México. Jacqueline migrou só e chegou a México desde Guatemala. Ao chegar ali encontrou-se com sua irmã em Tapachula. Feliz por começar uma nova vida, começou a buscar um lugar para morar e agendou uma visita para alugar uma habitação. Quando chegou, vários homens a cercaram e a estupraram. Entregou-se à polícia e acabou no centro de menores. Jacqueline e sua irmã foram deportadas. Jacqueline, depois do estupro, eliminou o sonho de migrar. Suas ilusões desvaneceram-se e decidiu voltar a casa.</media:text>
          <media:description>Jacqueline tem 14 anos. Foge da violência de San Pedro Sula (Honduras), um dos locais mais violentos do mundo. Quis escapar das maras (quadrilhas), a pobreza e a falta de oportunidades. Seu sonho era reencontrar sua irmã, também menor, que migrava para o México. Jacqueline migrou só e chegou a México desde Guatemala. Ao chegar ali encontrou-se com sua irmã em Tapachula. Feliz por começar uma nova vida, começou a buscar um lugar para morar e agendou uma visita para alugar uma habitação. Quando chegou, vários homens a cercaram e a estupraram. Entregou-se à polícia e acabou no centro de menores. Jacqueline e sua irmã foram deportadas. Jacqueline, depois do estupro, eliminou o sonho de migrar. Suas ilusões desvaneceram-se e decidiu voltar a casa.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>A cada dia dezenas de migrantes cruzam a Guatemala para o México pelo rio Suchiate em busca do 'sonho americano'. As caravanas de migrantes que começaram a percorrer a América Central no final de 2018, cruzaram este rio em balsas de madeira e pneus, pela ponte ou a nado. A organização Save the Children está atendendo aos menores migrantes em alguns pontos da fronteira. Na imagem Lesbia, acompanhada de sua filha e neto, cruzam o rio fugindo da violência na Nicarágua, em 27 de agosto de 2018.</media:text>
          <media:description>A cada dia dezenas de migrantes cruzam a Guatemala para o México pelo rio Suchiate em busca do 'sonho americano'. As caravanas de migrantes que começaram a percorrer a América Central no final de 2018, cruzaram este rio em balsas de madeira e pneus, pela ponte ou a nado. A organização Save the Children está atendendo aos menores migrantes em alguns pontos da fronteira. Na imagem Lesbia, acompanhada de sua filha e neto, cruzam o rio fugindo da violência na Nicarágua, em 27 de agosto de 2018.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE</media:credit>
          <media:text>Lesbia é uma advogada nicaragüense. Junto a sua filha e seu neto teve que abandonar Managua depois da eclosão da violência em seu país em abril de 2018. Sua filha, estudante de medicina, participou nas mobilizações pacíficas contra o presidente Daniel Ortega. Em consequência, foi encarcerada e torturada. Temer por suas vidas e pela do pequeno fez-lhes arriscar-se a migrar com a esperança de sobreviver e encontrar segurança nos Estados Unidos. Foto tirada em Tapachula (México), em 27 de agosto de 2018.</media:text>
          <media:description>Lesbia é uma advogada nicaragüense. Junto a sua filha e seu neto teve que abandonar Managua depois da eclosão da violência em seu país em abril de 2018. Sua filha, estudante de medicina, participou nas mobilizações pacíficas contra o presidente Daniel Ortega. Em consequência, foi encarcerada e torturada. Temer por suas vidas e pela do pequeno fez-lhes arriscar-se a migrar com a esperança de sobreviver e encontrar segurança nos Estados Unidos. Foto tirada em Tapachula (México), em 27 de agosto de 2018.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>Nogueiras é um dos pontos da fronteira dividida pelo muro norte-americano que separa mexicanos e centro-americanos de entrar nos EUA. Trump segue intensificando sua política de criminalização destas pessoas sem ter em consideração o elevado número de crianças e adolescentes que precisam proteção internacional. Save the Children pede que as crianças e adolescentes não sejam detidos como delinquentes nem separados de suas famílias. Imagem de setembro de 2018.</media:text>
          <media:description>Nogueiras é um dos pontos da fronteira dividida pelo muro norte-americano que separa mexicanos e centro-americanos de entrar nos EUA. Trump segue intensificando sua política de criminalização destas pessoas sem ter em consideração o elevado número de crianças e adolescentes que precisam proteção internacional. Save the Children pede que as crianças e adolescentes não sejam detidos como delinquentes nem separados de suas famílias. Imagem de setembro de 2018.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>Milhares de pessoas migrantes sobem no trem conhecido como 'A Besta' a cada ano, incluídos menores sós e famílias com crianças e bebês. O número de mortes e assaltos são inúmeros e sobem continuamente, bem como a quantidade de pessoas que sofrem amputações por quedas. As violações e assassinatos a crianças e mulheres são habituais. Save the Children lembra a necessidade de proteger todas as pessoas que fogem da pobreza e a violência extrema a que se expõem à morte em seus locais de origem ou no processo migratório. Na imagem de agosto de 2018, um adolescente sobe no trem.</media:text>
          <media:description>Milhares de pessoas migrantes sobem no trem conhecido como 'A Besta' a cada ano, incluídos menores sós e famílias com crianças e bebês. O número de mortes e assaltos são inúmeros e sobem continuamente, bem como a quantidade de pessoas que sofrem amputações por quedas. As violações e assassinatos a crianças e mulheres são habituais. Save the Children lembra a necessidade de proteger todas as pessoas que fogem da pobreza e a violência extrema a que se expõem à morte em seus locais de origem ou no processo migratório. Na imagem de agosto de 2018, um adolescente sobe no trem.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>José é um jovem que saiu da Guatemala com o equivalente a 40 reais no bolso. Tinha a esperança de poder ajudar a seu irmão a conseguir aparelhos para ouvir. Em Chiapas subiu na 'A Besta' (retratada na foto anterior). Chegou a passar dois dias inteiros escondido no trem. No trajeto roubaram-lhe tudo o que tinha. Fotografia tirada em Nogueiras (México), em 1 de setembro de 2018.</media:text>
          <media:description>José é um jovem que saiu da Guatemala com o equivalente a 40 reais no bolso. Tinha a esperança de poder ajudar a seu irmão a conseguir aparelhos para ouvir. Em Chiapas subiu na 'A Besta' (retratada na foto anterior). Chegou a passar dois dias inteiros escondido no trem. No trajeto roubaram-lhe tudo o que tinha. Fotografia tirada em Nogueiras (México), em 1 de setembro de 2018.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>Migrantes cruzam de forma irregular de Sonora a Arizona, em 2 de setembro de 2018. Atravessam o monte para chegar a Estados Unidos acompanhados de coyotes. Os perigos são muito elevados, as pessoas que se arriscam a cruzar desta forma podem chegar a passar dias dormindo ao ar livre.</media:text>
          <media:description>Migrantes cruzam de forma irregular de Sonora a Arizona, em 2 de setembro de 2018. Atravessam o monte para chegar a Estados Unidos acompanhados de coyotes. Os perigos são muito elevados, as pessoas que se arriscam a cruzar desta forma podem chegar a passar dias dormindo ao ar livre.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>Fugir da América Central para sonhar com chegar a Estados Unidos tornou-se na única opção para um grande número de famílias em países como Nicarágua, El Salvador, Honduras ou Guatemala. Muitos arriscam-se cruzando o rio Suchiate. Save the Children está desenvolvendo uma estratégia regional para abordar a vulnerabilidade que sofrem as crianças, bebês e adolescentes em situação de mobilidade nas diferentes fases do processo migratório: origem, trânsito, destino e volta.</media:text>
          <media:description>Fugir da América Central para sonhar com chegar a Estados Unidos tornou-se na única opção para um grande número de famílias em países como Nicarágua, El Salvador, Honduras ou Guatemala. Muitos arriscam-se cruzando o rio Suchiate. Save the Children está desenvolvendo uma estratégia regional para abordar a vulnerabilidade que sofrem as crianças, bebês e adolescentes em situação de mobilidade nas diferentes fases do processo migratório: origem, trânsito, destino e volta.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>"Quando tinha 14 anos um homem me convidou a tomar um suco. Adormeci e acordei estava nua, sendo estuprada por ele", conta Wendy, em um albergue para migrantes em México. "Depois disso fiquei grávida. Pensei em dar à criança a adoção, mas mudei de opinião. Ao vê-la parecia com o meu pai, e ao menos não com o estuprador", acrescenta. "Quando tive a minha filha decidi sair de Honduras, mas em um dia um homem me perseguiu. Tudo foi culpa minha, pensei". Na imagem, Wendy posa junto a sua filha em um albergue em Tapachula (México), em 24 de agosto de 2018.</media:text>
          <media:description>"Quando tinha 14 anos um homem me convidou a tomar um suco. Adormeci e acordei estava nua, sendo estuprada por ele", conta Wendy, em um albergue para migrantes em México. "Depois disso fiquei grávida. Pensei em dar à criança a adoção, mas mudei de opinião. Ao vê-la parecia com o meu pai, e ao menos não com o estuprador", acrescenta. "Quando tive a minha filha decidi sair de Honduras, mas em um dia um homem me perseguiu. Tudo foi culpa minha, pensei". Na imagem, Wendy posa junto a sua filha em um albergue em Tapachula (México), em 24 de agosto de 2018.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>Um bebe descansa no Albergue de Ramón Verdugo, em Tapachula (México), em 24 de agosto de 2018. Sua mãe, migrante, espera no México a permissão para poder circular durante 15 dias sem ser parada.</media:text>
          <media:description>Um bebe descansa no Albergue de Ramón Verdugo, em Tapachula (México), em 24 de agosto de 2018. Sua mãe, migrante, espera no México a permissão para poder circular durante 15 dias sem ser parada.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>Save the Children dá apoio psicológico às crianças e adolescentes grávidas que passam pelo DIF (Centro para Menores Migrantes Detentos) de Tapachula, em México. Ángela estava grávida de 5 meses. Saiu de Honduras porque não queria que seu bebê crescesse no meio de violência e pobreza no que ela cresceu. Migrou só. Foi parada em Tapachula. "Sonho com dar-lhe uma oportunidade a meu bebê". Foto de 24 de agosto de 2018.</media:text>
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          <media:credit>Pedro Armestre</media:credit>
          <media:text>Save the Children acompanha crianças, bebês e adolescentes parados. Herminia (no centro da imagem) é educadora de Save the Children há mais de 10 anos. Vai a cada semana ao centro de acolhimento de Tapachula para acompanhar as crianças. Dá-lhes apoio psicológico, detecta se sofreram abusos, organiza oficinas para elevar sua autoestima e oferece-lhes ferramentas para enfrentar a vida. Na imagem, Herminia com as crianças migrantes em 24 de agosto de 2018.</media:text>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2019/01/18/album/1547844270_526881_1547844655_noticia_normal.jpg" width="1960" height="1148" alt="Migrantes cruzam de forma irregular de Sonora a Arizona, nos Estados Unidos."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>A fórmula da Finlândia para combater o ‘bullying’</title>
      <pubDate>Wed, 28 Nov 2018 21:25:07 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2018/11/06/internacional/1541516726_663171.html</link>
      <dc:creator>Lola García-Ajofrín</dc:creator>
      <dcterms:alternative>A maioria das iniciativas foca no assediador ou na vítima, mas a plateia é um elemento crucial.
A psicóloga Christina Salmivalli aponta que o observador legitima o assédio</dcterms:alternative>
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      <category>Save The Children</category>
      <category>Unicef</category>
      <category>Acosso escolar</category>
      <category>Violência escolar</category>
      <category>Coexistência escolar</category>
      <category>Integridade pessoal</category>
      <category>ONG</category>
      <category>Comunidade educativa</category>
      <category>Infância</category>
      <category>Solidariedade</category>
      <category>ONU</category>
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      <category>Delitos</category>
      <category>Política sanitária</category>
      <category>Organizações internacionais</category>
      <category>Educação</category>
      <category>Previdência</category>
      <category>Relações exteriores</category>
      <category>Sociedade</category>
      <category>Saúde</category>
      <category>Justiça</category>
      <media:keywords>fórmula,finlândia,combater,bullying,maioria,iniciativa,focar,assediador,vítima,plateia,ser,elemento,crucial,psicólogo,christina salmivalli,apontar,observador,legitimar,assédio</media:keywords>
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        <media:credit>Adriana Zehbrauskas (Unicef)</media:credit>
        <media:text>Geraldine Suzette Matute, de 16 anos, numa sala da sua escola, em Honduras. A menina foi vítima de ‘bullying’ em vários colégios, o que a levou a uma depressão.</media:text>
        <media:description>Geraldine Suzette Matute, de 16 anos, numa sala da sua escola, em Honduras. A menina foi vítima de ‘bullying’ em vários colégios, o que a levou a uma depressão.</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/16/internacional/1518793049_673196.html" title="Mensagens de uma mãe que descobre que sua filha faz ‘bullying’" rel="related">
        <media:thumbnail url="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2018/11/06/internacional/1541516726_663171_1543440146_noticiarelacionadaprincipal_normal.jpg" height="257" width="360"/>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/08/internacional/1504869664_740727.html" title="China aposta em disciplina militar contra epidemia de ‘bullying’" rel="related">
        <media:thumbnail url="https://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2018/11/06/internacional/1541516726_663171_1543440290_noticiarelacionadaprincipal_normal.jpg" height="257" width="360"/>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2018/11/06/planeta_futuro/1541516726_663171_1542125318_noticia_normal.jpg" width="980" height="563" alt="Geraldine Suzette Matute, de 16 anos, numa sala da sua escola, em Honduras. A menina foi vítima de ‘bullying’ em vários colégios, o que a levou a uma depressão."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Em 2006, o Ministério de Educação e Cultura da Finlândia pediu a um grupo de pesquisadores que desenvolvessem um programa global contra o assédio escolar (&lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/bullying"&gt;bullying&lt;/a&gt;), envolvendo tanto a prevenção como a intervenção, e que pudesse ser implantado em todos os colégios finlandeses durante o ensino fundamental (dos 7 aos 15 anos). À frente dos especialistas que desenvolveram o plano estava Christina Salmivalli, professora de Psicologia da Universidade de Turku, na &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/finlandia"&gt;Finlândia&lt;/a&gt;, que passou os últimos 25 anos pesquisando o assédio escolar e sua prevenção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/11/06/internacional/1541516726_663171.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>A infância interrompida das crianças rohingya</title>
      <pubDate>Sat, 10 Mar 2018 20:05:46 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/02/album/1519999434_990579.html</link>
      <dc:creator>El País</dc:creator>
      <dcterms:alternative>A infância interrompida das crianças rohingya</dcterms:alternative>
      <description>A infância interrompida das crianças rohingya</description>
      <category>Save The Children</category>
      <category>Rohingyas</category>
      <category>Bangladesh</category>
      <category>Crise humanitária</category>
      <category>Refugiados</category>
      <category>ONG</category>
      <category>Ásia meridional</category>
      <category>Vítimas guerra</category>
      <category>Solidariedade</category>
      <category>Minorias religiosas</category>
      <category>Infância</category>
      <category>Minorias étnicas</category>
      <category>Ásia</category>
      <category>Etnias</category>
      <category>Grupos sociais</category>
      <category>Conflitos</category>
      <category>Sociedade</category>
      <media:keywords>infância,interromper,criança,rohingya,completar,seis,mês,início,escalada,ataque,violento,população,myanmar,acampamento,coxs bazar,bangladesh,acolher,centena,mil,pessoa,metade,ser</media:keywords>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>As casas dos rohingya em Cox’s Bazar são feitas de bambu e plástico e estão organizadas de maneira desordenada ao longo das ladeiras de um antigo parque natural.</media:text>
          <media:description>As casas dos rohingya em Cox’s Bazar são feitas de bambu e plástico e estão organizadas de maneira desordenada ao longo das ladeiras de um antigo parque natural.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>Os meses de janeiro e fevereiro são os mais frios em Bangladesh, sobretudo ao cair a noite, quando as temperaturas mais caem. No entanto, nos acampamentos é comum ver as crianças descalças, com roupa de algodão, calças curtas e camisetas. A maioria dorme no chão dentro de estruturas de bambu com plásticos e com cobertores muito finos para se proteger do frio da noite</media:text>
          <media:description>Os meses de janeiro e fevereiro são os mais frios em Bangladesh, sobretudo ao cair a noite, quando as temperaturas mais caem. No entanto, nos acampamentos é comum ver as crianças descalças, com roupa de algodão, calças curtas e camisetas. A maioria dorme no chão dentro de estruturas de bambu com plásticos e com cobertores muito finos para se proteger do frio da noite</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>Ransia posa com seus dois filhos na porta de sua casa no campo de refugiados.</media:text>
          <media:description>Ransia posa com seus dois filhos na porta de sua casa no campo de refugiados.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>O número de refugiados que chegou aos campos de Cox’s Bazar, em Bangladesh, quase alcança um milhão de pessoas, dos quais quase a metade é de crianças.</media:text>
          <media:description>O número de refugiados que chegou aos campos de Cox’s Bazar, em Bangladesh, quase alcança um milhão de pessoas, dos quais quase a metade é de crianças.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>Com a queda das temperaturas, existe o risco de que as crianças, já estão debilitados pela desnutrição, possam sofrer outras doenças, como infecção das vias respiratórias.</media:text>
          <media:description>Com a queda das temperaturas, existe o risco de que as crianças, já estão debilitados pela desnutrição, possam sofrer outras doenças, como infecção das vias respiratórias.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>As famílias se distribuem pelo campo de maneira desordenada e formando pequenas aldeias sem água corrente nem luz elétrica</media:text>
          <media:description>As famílias se distribuem pelo campo de maneira desordenada e formando pequenas aldeias sem água corrente nem luz elétrica</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>A falta de privacidade que há nos campos preocupa especialmente no caso das crianças, que se sentem vulneráveis quanto têm que caminhar sozinhas para ir recolher lenha ou para ir ao banheiro.</media:text>
          <media:description>A falta de privacidade que há nos campos preocupa especialmente no caso das crianças, que se sentem vulneráveis quanto têm que caminhar sozinhas para ir recolher lenha ou para ir ao banheiro.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>As casas dos rohingya não estão acondicionadas para a iminente temporada de monção.</media:text>
          <media:description>As casas dos rohingya não estão acondicionadas para a iminente temporada de monção.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>Faz seis meses que se iniciou a crise dos rohingya. As crianças estão expostas ao risco de ser vítimas de violência. Desde agosto, ao menos 26 crianças foram sequestrados nos acampamentos, segundo dados da ONG Save The Children.</media:text>
          <media:description>Faz seis meses que se iniciou a crise dos rohingya. As crianças estão expostas ao risco de ser vítimas de violência. Desde agosto, ao menos 26 crianças foram sequestrados nos acampamentos, segundo dados da ONG Save The Children.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>Vista aérea do campo de refugiados rohingya em Cox’ s Bazar, Bangladesh.</media:text>
          <media:description>Vista aérea do campo de refugiados rohingya em Cox’ s Bazar, Bangladesh.</media:description>
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          <media:text>Fila de distribuição de alimentos e lenha nos campos de refugiados rohingyas em Cox’ s Bazar.</media:text>
          <media:description>Fila de distribuição de alimentos e lenha nos campos de refugiados rohingyas em Cox’ s Bazar.</media:description>
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          <media:text>Ficha de recolhimento de alimentos de um refugiado em Cox’ s Bazar.</media:text>
          <media:description>Ficha de recolhimento de alimentos de um refugiado em Cox’ s Bazar.</media:description>
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          <media:credit>Pedro Armestre (Save the Children)</media:credit>
          <media:text>O bebê do centro da imagem tem apenas 20 dias. Sua mãe tem 18 anos. Deu à luz com a ajuda de familiares.</media:text>
          <media:description>O bebê do centro da imagem tem apenas 20 dias. Sua mãe tem 18 anos. Deu à luz com a ajuda de familiares.</media:description>
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          <media:text>O acampamento de refugiados de Cox’s Bazar, em Bangladesh, acolhe quase um milhão de rohingyas, a metade deles é de crianças.</media:text>
          <media:description>O acampamento de refugiados de Cox’s Bazar, em Bangladesh, acolhe quase um milhão de rohingyas, a metade deles é de crianças.</media:description>
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          <media:text>Myanmar não reconhece cidadania para os rohingya.</media:text>
          <media:description>Myanmar não reconhece cidadania para os rohingya.</media:description>
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          <media:text>A alimentação das crianças do campo é uma preocupação tanto para eles quanto para suas famílias. Arroz e lentilhas são praticamente tudo o que conseguem comer diariamente, sem possibilidade de expandir sua dieta a outros alimentos essenciais.</media:text>
          <media:description>A alimentação das crianças do campo é uma preocupação tanto para eles quanto para suas famílias. Arroz e lentilhas são praticamente tudo o que conseguem comer diariamente, sem possibilidade de expandir sua dieta a outros alimentos essenciais.</media:description>
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          <media:text>À medida que cresce o campo de refugiados, a orientação entre as casas fica a cada dia mais complicada.</media:text>
          <media:description>À medida que cresce o campo de refugiados, a orientação entre as casas fica a cada dia mais complicada.</media:description>
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          <media:text>Muitas das crianças têm um sistema imunológico já debilitado, e isso lhes deixa mais vulneráveis a doenças.</media:text>
          <media:description>Muitas das crianças têm um sistema imunológico já debilitado, e isso lhes deixa mais vulneráveis a doenças.</media:description>
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          <media:text>Entre as doenças mais comuns que sofrem as crianças estão diarreia, febre, resfriados e problemas respiratórios, oculares e de pele.</media:text>
          <media:description>Entre as doenças mais comuns que sofrem as crianças estão diarreia, febre, resfriados e problemas respiratórios, oculares e de pele.</media:description>
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          <media:text>Ao menos 48.000 bebês rohingyas nascerão neste ano nos campos de refugiados, em condições insalubres.</media:text>
          <media:description>Ao menos 48.000 bebês rohingyas nascerão neste ano nos campos de refugiados, em condições insalubres.</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/13/internacional/1513167960_768282.html" title="Povo rohingya: o êxodo perpétuo dos apátridas" rel="related">
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      <title>Novos escândalos sexuais abalam ONGs internacionais de ajuda humanitária</title>
      <pubDate>Sun, 11 Feb 2018 18:05:17 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/11/internacional/1518346674_396742.html</link>
      <dc:creator>Pablo Guimón</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Oxfam, Save the Children, Christian Aid e Cruz Vermelha estariam envolvidas em, pelo menos, 120 casos de abusos</dcterms:alternative>
      <description>Oxfam, Save the Children, Christian Aid e Cruz Vermelha estariam envolvidas em, pelo menos, 120 casos de abusos</description>
      <category>Oxfam</category>
      <category>Save The Children</category>
      <category>Cruz Vermelha</category>
      <category>Haiti</category>
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      <category>Prostituição</category>
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      <category>Exploração sexual</category>
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      <category>Violencia sexual</category>
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      <category>Europa</category>
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      <category>América</category>
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        <media:credit>REUTERS</media:credit>
        <media:text>A ministra de Cooperação do Reino Unido, Penny Mordaunt.</media:text>
        <media:description>A ministra de Cooperação do Reino Unido, Penny Mordaunt.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2018/02/11/actualidad/1518346674_396742_1518347206_noticia_normal.jpg" width="980" height="572" alt="A ministra de Cooperação do Reino Unido, Penny Mordaunt."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Um novo escândalo sexual está abalando as &lt;a href="https://brasil.elpais.com/tag/ong_organizaciones_no_gubernamentales/a"&gt;ONGs&lt;/a&gt; que trabalham em países afetados por desastres naturais ou conflitos bélicos. O jornal britânico &lt;a href="https://www.thetimes.co.uk/"&gt;&lt;em&gt;The Times &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;detalhou ao menos 120 casos de abusos sexuais de funcionários das organizações, &lt;a href="https://www.oxfam.org.br/"&gt;Oxfam&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://www.savethechildren.net/"&gt;Save the Children&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://www.christianaid.org.uk/"&gt;Christian Aid&lt;/a&gt; e Cruz Vermelha. A mais atingida pelas acusações é a Oxfam, após o jornal desvendar que funcionários seus pagaram prostitutas com dinheiro da ONG enquanto trabalhavam para aliviar as consequências do&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/01/11/internacional/1421006903_513917.html"&gt; terremoto de 2010 no Haiti. &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/11/internacional/1518346674_396742.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Famintos e amontoados: crise dos refugiados de Myanmar supera capacidade de ajuda humanitária</title>
      <pubDate>Mon, 18 Sep 2017 02:09:18 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/17/internacional/1505660801_923922.html</link>
      <dc:creator>Paloma Almoguera</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Organizações pedem mais fundos para ajudar os rohingyas que fugiram da perseguição em seu país</dcterms:alternative>
      <description>Organizações pedem mais fundos para ajudar os rohingyas que fugiram da perseguição em seu país</description>
      <category>Ásia meridional</category>
      <category>Solidariedade</category>
      <category>Migração</category>
      <category>ONU</category>
      <category>Ásia</category>
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      <category>Save The Children</category>
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      <category>Sudeste asiático</category>
      <category>ONG</category>
      <category>Vítimas guerra</category>
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        <media:credit>CATHAL MCNAUGHTON (REUTERS)</media:credit>
        <media:title>Rohingya refugees shelter from the rain in a camp in Cox's Bazar</media:title>
        <media:text>Refugiados da etnia rohingya se protegem da chuva com um plástico no campo de Cox’s Bazar, em Bangladesh</media:text>
        <media:description>Refugiados da etnia rohingya se protegem da chuva com um plástico no campo de Cox’s Bazar, em Bangladesh</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/12/internacional/1505207979_181915.html" title="“Limpeza étnica” faz 370.000 muçulmanos fugirem de Myanmar para Bangladesh em duas semanas" rel="related">
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2017/09/17/actualidad/1505660801_923922_1505667308_noticia_normal.jpg" width="980" height="571" alt="Refugiados da etnia rohingya se protegem da chuva com um plástico no campo de Cox’s Bazar, em Bangladesh"&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;“Muita gente chega faminta e exausta”, enfatiza Mark Pierce, diretor da &lt;a href="https://bangladesh.savethechildren.net/" target="_blank"&gt;ONG Save The Children em Bangladesh. &lt;/a&gt;Assim como Yusuf, a grande maioria cruza a fronteira depois de dias, às vezes semanas, de um longa travessia: eles fogem a pé e caminham quase sem parar e sem se alimentar, até que normalmente atravessam em barcos pesqueiros o rio Naf, fronteira natural entre os dois países do Sudeste Asiático. “O sofrimento pode piorar e muitas vidas podem ser perdidas se não forem atendidas as necessidades mais básicas”, adverte Pierce. Necessidades − comida, teto, higiene − que só podem ser satisfeitas “se a ajuda crescer rapidamente e a comunidade internacional aumentar os fundos”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/17/internacional/1505660801_923922.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
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      <title>Atentado na Somália, terror e caos em meio à fome aguda e à seca. Entenda</title>
      <pubDate>Wed, 18 Oct 2017 00:45:30 GMT</pubDate>
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      <dcterms:alternative>Atentado na Somália, terror e caos em meio à fome aguda e à seca. Entenda</dcterms:alternative>
      <description>Atentado na Somália, terror e caos em meio à fome aguda e à seca. Entenda</description>
      <category>Meteorologia</category>
      <category>Problemas sociais</category>
      <category>Sociedade</category>
      <category>Save The Children</category>
      <category>Somália</category>
      <category>ONG</category>
      <category>Seca</category>
      <category>África subsaariana</category>
      <category>Solidariedade</category>
      <category>Chuva</category>
      <category>África</category>
      <category>Precipitações</category>
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        <media:credit>FEISAL OMAR (REUTERS)</media:credit>
        <media:text>Mogadício, capital da Somália, foi alvo de um ataque terrorista no sábado que deixou mais de 300 mortos. A falta de atendimento adequado às vítimas agrava a situação de um país cuja história é ligada à guerra, ao terrorismo do Al Shabab, à pirataria no Oceano Índico e à seca extrema que faz com que 6,7 milhões de pessoas, metade do país, precisem de ajuda humanitária urgente. Dessas, 275.000 crianças sofrem de desnutrição aguda severa, o estado mais perigoso, aquele que as coloca à beira da morte. A ONG Save the Children atende essas crianças e suas famílias em hospitais e em campos de refugiados. Se a situação não melhorar, o país enfrentará sua terceira declaração de estado de fome, após a de 1992 e a de 2011 que deixaram milhares de vítimas. Na foto, civis deixam área de atentado em Mogadíscio, a capital da Somália, em que aos menos 302 já morreram. Dezenas ainda buscam parentes desaparecidos após o ataque do sábado. Caos no atendimento dos feridos é só uma faceta das agruras em que o país está mergulhado, com a volta com força da pirataria, o terrorismo e seca e a fome aguda</media:text>
        <media:description>Mogadício, capital da Somália, foi alvo de um ataque terrorista no sábado que deixou mais de 300 mortos. A falta de atendimento adequado às vítimas agrava a situação de um país cuja história é ligada à guerra, ao terrorismo do Al Shabab, à pirataria no Oceano Índico e à seca extrema que faz com que 6,7 milhões de pessoas, metade do país, precisem de ajuda humanitária urgente. Dessas, 275.000 crianças sofrem de desnutrição aguda severa, o estado mais perigoso, aquele que as coloca à beira da morte. A ONG Save the Children atende essas crianças e suas famílias em hospitais e em campos de refugiados. Se a situação não melhorar, o país enfrentará sua terceira declaração de estado de fome, após a de 1992 e a de 2011 que deixaram milhares de vítimas. Na foto, civis deixam área de atentado em Mogadíscio, a capital da Somália, em que aos menos 302 já morreram. Dezenas ainda buscam parentes desaparecidos após o ataque do sábado. Caos no atendimento dos feridos é só uma faceta das agruras em que o país está mergulhado, com a volta com força da pirataria, o terrorismo e seca e a fome aguda</media:description>
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          <media:text>Mogadício, capital da Somália, foi alvo de um ataque terrorista no sábado que deixou mais de 300 mortos. A falta de atendimento adequado às vítimas agrava a situação de um país cuja história é ligada à guerra, ao terrorismo do Al Shabab, à pirataria no Oceano Índico e à seca extrema que faz com que 6,7 milhões de pessoas, metade do país, precisem de ajuda humanitária urgente. Dessas, 275.000 crianças sofrem de desnutrição aguda severa, o estado mais perigoso, aquele que as coloca à beira da morte. A ONG Save the Children atende essas crianças e suas famílias em hospitais e em campos de refugiados. Se a situação não melhorar, o país enfrentará sua terceira declaração de estado de fome, após a de 1992 e a de 2011 que deixaram milhares de vítimas. Na foto, civis deixam área de atentado em Mogadíscio, a capital da Somália, em que aos menos 302 já morreram. Dezenas ainda buscam parentes desaparecidos após o ataque do sábado. Caos no atendimento dos feridos é só uma faceta das agruras em que o país está mergulhado, com a volta com força da pirataria, o terrorismo e seca e a fome aguda</media:text>
          <media:description>Mogadício, capital da Somália, foi alvo de um ataque terrorista no sábado que deixou mais de 300 mortos. A falta de atendimento adequado às vítimas agrava a situação de um país cuja história é ligada à guerra, ao terrorismo do Al Shabab, à pirataria no Oceano Índico e à seca extrema que faz com que 6,7 milhões de pessoas, metade do país, precisem de ajuda humanitária urgente. Dessas, 275.000 crianças sofrem de desnutrição aguda severa, o estado mais perigoso, aquele que as coloca à beira da morte. A ONG Save the Children atende essas crianças e suas famílias em hospitais e em campos de refugiados. Se a situação não melhorar, o país enfrentará sua terceira declaração de estado de fome, após a de 1992 e a de 2011 que deixaram milhares de vítimas. Na foto, civis deixam área de atentado em Mogadíscio, a capital da Somália, em que aos menos 302 já morreram. Dezenas ainda buscam parentes desaparecidos após o ataque do sábado. Caos no atendimento dos feridos é só uma faceta das agruras em que o país está mergulhado, com a volta com força da pirataria, o terrorismo e seca e a fome aguda</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>Na Somália, 739.000 pessoas precisaram deixar obrigatoriamente seus lares em busca de alimento e passaram a viver em campos de refugiados como o de Hodo, norte da Somália. As famílias, em sua maioria mulheres e crianças, levantam as cabanas com o mínimo, com pedaços de tela e plásticos.</media:text>
          <media:description>Na Somália, 739.000 pessoas precisaram deixar obrigatoriamente seus lares em busca de alimento e passaram a viver em campos de refugiados como o de Hodo, norte da Somália. As famílias, em sua maioria mulheres e crianças, levantam as cabanas com o mínimo, com pedaços de tela e plásticos.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>As mulheres mais velhas do país não se lembram de uma situação de seca igual, apesar de viverem duas declarações anteriores de fome, em 1992 e em 2011. Enquanto os homens se movem com o gado em busca de pastos, as mulheres e as crianças ficam nos campos de refugiados à espera da ajuda humanitária.</media:text>
          <media:description>As mulheres mais velhas do país não se lembram de uma situação de seca igual, apesar de viverem duas declarações anteriores de fome, em 1992 e em 2011. Enquanto os homens se movem com o gado em busca de pastos, as mulheres e as crianças ficam nos campos de refugiados à espera da ajuda humanitária.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>Os rios na Somália estão secos por culpa da falta de precipitações há quatro anos e previsões que indicam que na próxima estação de chuvas, que começa em outubro, nada irá mudar. Por isso, a situação nutricional e de acesso à água potável pode deteriorar-se gravemente. De secas a cada 10 anos, o país passou a sofrê-las anualmente.</media:text>
          <media:description>Os rios na Somália estão secos por culpa da falta de precipitações há quatro anos e previsões que indicam que na próxima estação de chuvas, que começa em outubro, nada irá mudar. Por isso, a situação nutricional e de acesso à água potável pode deteriorar-se gravemente. De secas a cada 10 anos, o país passou a sofrê-las anualmente.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>No hospital de Garowe, norte da Somália, as crianças internadas com desnutrição aguda severa recebem tratamento nutricional da Save the Children. Além da escassez de alimentos, a falta de água limpa provocou a propagação de doenças como o cólera.</media:text>
          <media:description>No hospital de Garowe, norte da Somália, as crianças internadas com desnutrição aguda severa recebem tratamento nutricional da Save the Children. Além da escassez de alimentos, a falta de água limpa provocou a propagação de doenças como o cólera.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>Amena e seus dois filhos, de quatro anos e sete meses, sobrevivem em um campo de refugiados de Puntlandia, norte da Somália. O menor sofre de desnutrição e, momentos após a foto, foi levado ao hospital para receber tratamento nutricional. “Não tenho nada, minhas 50 cabras morreram e não há leite para as crianças”, conta Amena entre lágrimas.</media:text>
          <media:description>Amena e seus dois filhos, de quatro anos e sete meses, sobrevivem em um campo de refugiados de Puntlandia, norte da Somália. O menor sofre de desnutrição e, momentos após a foto, foi levado ao hospital para receber tratamento nutricional. “Não tenho nada, minhas 50 cabras morreram e não há leite para as crianças”, conta Amena entre lágrimas.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>A paisagem dos campos de refugiados da Somália é formada majoritariamente por mulheres e crianças. As famílias se separam: os homens caminham com o gado sobrevivente em busca de pastos e o resto fica nos campos sem nenhum tipo de recurso. A única prioridade é subsistir, salvar a vida.</media:text>
          <media:description>A paisagem dos campos de refugiados da Somália é formada majoritariamente por mulheres e crianças. As famílias se separam: os homens caminham com o gado sobrevivente em busca de pastos e o resto fica nos campos sem nenhum tipo de recurso. A única prioridade é subsistir, salvar a vida.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>Sahra vive com seus cinco filhos em um barraco no campo de refugiados de Hodo, no norte da Somália. Esta mulher chegou neste lugar inóspito depois de caminhar mais de 160 quilômetros e ver dois de seus filhos morrerem de fome pelo caminho. Uma de suas filhas sofre de desnutrição aguda severa. Neste campo 1.000 pessoas sobrevivem no mais absoluto desespero.</media:text>
          <media:description>Sahra vive com seus cinco filhos em um barraco no campo de refugiados de Hodo, no norte da Somália. Esta mulher chegou neste lugar inóspito depois de caminhar mais de 160 quilômetros e ver dois de seus filhos morrerem de fome pelo caminho. Uma de suas filhas sofre de desnutrição aguda severa. Neste campo 1.000 pessoas sobrevivem no mais absoluto desespero.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>A seca matou 65% do gado da Somália, principalmente cabras e camelos, o que sentenciou à miséria a maior parte do país, de tradição nômade. Restam poucos animais nessa terra assolada pela desertificação.</media:text>
          <media:description>A seca matou 65% do gado da Somália, principalmente cabras e camelos, o que sentenciou à miséria a maior parte do país, de tradição nômade. Restam poucos animais nessa terra assolada pela desertificação.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>Fatima levou seu filho Hadid, de apenas cinco meses, ao hospital à beira da morte. Ela não tinha absolutamente nada para alimentá-lo. Na Somália, 275.000 crianças sofrem com desnutrição aguda severa por culpa da seca que arrasou a criação de gado e as escassas plantações. Hadid recebe tratamento nutricional em um hospital de Garowe, em Puntlandia, no norte do país.</media:text>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>A pequena Fatuja foi internada no hospital de Garowe. Foi levada por sua avó (à direita, de lenço de quadrados vermelho e branco) ao ver que a menina desfalecia e não conseguia sustentar-se com as pernas. Sua avó precisou tomar conta de Fatuja e seus nove irmãos após sua filha e mãe das crianças morrer de fome.</media:text>
          <media:description>A pequena Fatuja foi internada no hospital de Garowe. Foi levada por sua avó (à direita, de lenço de quadrados vermelho e branco) ao ver que a menina desfalecia e não conseguia sustentar-se com as pernas. Sua avó precisou tomar conta de Fatuja e seus nove irmãos após sua filha e mãe das crianças morrer de fome.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>Na Somália a água é um bem primordial, mas em alguns lugares é preciso escavar poços de até 400 metros de profundidade para poder encontrá-la. Na imagem, uma mulher luta contra o vento no campo de refugiados de Hodo, norte do país.</media:text>
          <media:description>Na Somália a água é um bem primordial, mas em alguns lugares é preciso escavar poços de até 400 metros de profundidade para poder encontrá-la. Na imagem, uma mulher luta contra o vento no campo de refugiados de Hodo, norte do país.</media:description>
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          <media:credit>PEDRO ARMESTRE (SAVE THE CHILDREN)</media:credit>
          <media:text>Não há infância para as crianças de Somalia. A maioria não vão à escola porque as famílias não têm dinheiro para pagar a matrícula e porque a prioridade é a sobrevivência e conseguir alimentos e água. Na imagem, um grupo de crianças recolhe água de um poço no campo de deslocados de Hodo, no norte do país.</media:text>
          <media:description>Não há infância para as crianças de Somalia. A maioria não vão à escola porque as famílias não têm dinheiro para pagar a matrícula e porque a prioridade é a sobrevivência e conseguir alimentos e água. Na imagem, um grupo de crianças recolhe água de um poço no campo de deslocados de Hodo, no norte do país.</media:description>
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      <atom:link href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/10/16/internacional/1508171111_635259.html" title="Turquia recebe feridos de atentado na Somalia, o maior desde 11 de setembro" rel="related">
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      <title>Milhares de refugiados menores de idade fogem sozinhos para a Europa</title>
      <pubDate>Thu, 10 Sep 2015 14:26:41 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2015/09/08/internacional/1441733804_784729.html</link>
      <dc:creator>Luca Costantini</dc:creator>
      <dcterms:alternative>São crianças entre 15 e 18 anos, muitas delas vítimas de abusos e dos traficantes</dcterms:alternative>
      <description>São crianças entre 15 e 18 anos, muitas delas vítimas de abusos e dos traficantes</description>
      <category>Menores</category>
      <category>Save The Children</category>
      <category>Tráfico de pessoas</category>
      <category>Unicef</category>
      <category>Grécia</category>
      <category>Turquia</category>
      <category>Crianças</category>
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      <category>Refugiados</category>
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      <category>ONG</category>
      <category>Vítimas guerra</category>
      <category>Imigração</category>
      <category>Balcãs</category>
      <category>Europa Central</category>
      <category>Solidariedade</category>
      <category>Migração</category>
      <category>Europa Sul</category>
      <category>Oriente médio</category>
      <category>Europa</category>
      <category>Conflitos</category>
      <category>Infância</category>
      <category>Grupos sociais</category>
      <category>Sociedade</category>
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        <media:credit>MARKO DJURICA</media:credit>
        <media:text>Policial húngaro barra a passagem de crianças refugiadas em Röszke (Hungria), em 8 de setembro de 2015.</media:text>
        <media:description>Policial húngaro barra a passagem de crianças refugiadas em Röszke (Hungria), em 8 de setembro de 2015.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/09/08/actualidad/1441733804_784729_1441734838_noticia_normal.jpg" width="560" height="307" alt="Policial húngaro barra a passagem de crianças refugiadas em Röszke (Hungria), em 8 de setembro de 2015."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Em meio à maré de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/refugiados/a/"&gt;refugiados que chegam à Europa&lt;/a&gt;, há milhares de menores de idade que viajam sem seus pais, tendo a Áustria e a &lt;a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/09/07/internacional/1441652747_053181.html"&gt;Alemanha como destinos&lt;/a&gt;. “Neste ano, Berlim já recebeu mais de 1.000 menores refugiados desacompanhados”, afirma Robin Schulz-Algie, da ONG &lt;a href="elpais.com/tag/save_children/a/"&gt;Save the Children&lt;/a&gt;, que admite que a sua organização não está preparada para atender a esses jovens.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/09/08/internacional/1441733804_784729.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/09/08/actualidad/1441733804_784729_1441747198_sumario_normal.png" width="560" height="577" alt="."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>À espera de outra guerra em Gaza</title>
      <pubDate>Tue, 07 Jul 2015 14:42:47 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>Juan Carlos Sanz</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Um ano depois do último conflito, o Exército israelense vigia as tropas do Hamas</dcterms:alternative>
      <description>Um ano depois do último conflito, o Exército israelense vigia as tropas do Hamas</description>
      <category>Operação Limite Protetor</category>
      <category>Faixa de Gaza</category>
      <category>Save The Children</category>
      <category>Israel</category>
      <category>Territórios palestinos</category>
      <category>Conflito árabe-israelense</category>
      <category>Ataques militares</category>
      <category>ONG</category>
      <category>Palestina</category>
      <category>Geopolítica</category>
      <category>Ação militar</category>
      <category>Solidariedade</category>
      <category>Oriente médio</category>
      <category>Ásia</category>
      <category>Política</category>
      <category>Conflitos</category>
      <category>Sociedade</category>
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      <media:content url="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/07/06/actualidad/1436212412_832563_1436214969_noticia_normal.jpg" type="image/jpeg" medium="image">
        <media:credit>Khalil Hamra (AP)</media:credit>
        <media:text>Mulher caminha entre os escombros de Gaza, em julho de 2014.</media:text>
        <media:description>Mulher caminha entre os escombros de Gaza, em julho de 2014.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/07/06/actualidad/1436212412_832563_1436214969_noticia_normal.jpg" width="560" height="301" alt="Mulher caminha entre os escombros de Gaza, em julho de 2014."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Um curto percurso de táxi separa o caótico trânsito da Cidade de Gaza do silêncio de bairros que parecem destruídos por um terremoto —mas que na verdade foram massacrados por bombardeios israelenses durante a &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/operacion_margen_protector/a/"&gt;Operação Limite Protetor&lt;/a&gt;, iniciada há um ano pelas forças de &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/israel/a/"&gt;Israel&lt;/a&gt; na &lt;a href="http://brasil.elpais.com/tag/franja_gaza/a/"&gt;Faixa de Gaza&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2015/07/06/internacional/1436212412_832563.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/07/06/actualidad/1436212412_832563_1436215177_sumario_normal.jpg" width="300" height="336" alt="Naji Sharan, vice-ministro palestino da Economia."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/07/06/actualidad/1436212412_832563_1436213798_sumario_normal.png" width="560" height="777" alt="."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/07/06/actualidad/1436212412_832563_1436215235_sumario_normal.jpg" width="300" height="207" alt="Sucata recolhida em Gaza."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/internacional/imagenes/2015/07/06/actualidad/1436212412_832563_1436215054_sumario_normal.jpg" width="300" height="300" alt="A tenente israelense Eden Ben Ami."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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      <title>A ajuda humanitária pede socorro</title>
      <pubDate>Tue, 19 Aug 2014 16:57:09 GMT</pubDate>
      <link>https://brasil.elpais.com/brasil/2014/08/18/sociedad/1408397981_984519.html</link>
      <dc:creator>Alejandra Agudo</dc:creator>
      <dcterms:alternative>Em um só ano os ataques a pessoal de emergências em todo o mundo dobraram, devido ao número maior de conflitos complexos com múltiplos participantes</dcterms:alternative>
      <description>Em um só ano os ataques a pessoal de emergências em todo o mundo dobraram, devido ao número maior de conflitos complexos com múltiplos participantes</description>
      <category>Solidariedade</category>
      <category>Problemas sociais</category>
      <category>Organizações internacionais</category>
      <category>Conflitos</category>
      <category>Relações exteriores</category>
      <category>Sociedade</category>
      <category>Save The Children</category>
      <category>Médicos Sem Fronteiras</category>
      <category>Anistia Internacional</category>
      <category>Ajuda humanitária</category>
      <category>Cooperação desenvolvimento</category>
      <category>ONG</category>
      <category>Pobreza</category>
      <category>Fome</category>
      <category>ONU</category>
      <category>Crise humanitária</category>
      <category>Catástrofes</category>
      <category>Desastres</category>
      <category>Acontecimentos</category>
      <media:keywords>ajuda,humanitária,humanitário,pedir,socorro,só,ano,ataque,pessoal,emergência,dobrar,número,maior,conflito,complexo,múltiplo,participante</media:keywords>
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        <media:credit>ONU</media:credit>
        <media:text>Um menino amputado em seu leito no hospital de Jacmel, no Haiti. Ele é uma das muitas vítimas do terremoto que devastou o Haiti em 12 de janeiro de 2010.</media:text>
        <media:description>Um menino amputado em seu leito no hospital de Jacmel, no Haiti. Ele é uma das muitas vítimas do terremoto que devastou o Haiti em 12 de janeiro de 2010.</media:description>
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      <content:encoded>&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2014/08/18/planeta_futuro/1408397981_984519_1408401115_noticia_normal.jpg" width="560" height="423" alt="Um menino amputado em seu leito no hospital de Jacmel, no Haiti. Ele é uma das muitas vítimas do terremoto que devastou o Haiti em 12 de janeiro de 2010."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;“Se uma pessoa armada tentar enfiá-lo num carro, você precisa tentar escapar de qualquer maneira. E correr em ziguezague para que as balas não o atinjam. Dificulte as coisas para eles.” María Fuentenebro agradeceu a teoria aprendida nos cursos de segurança para pessoal humanitário quando salvou sua vida na Guatemala, em 5 de março de 2008, num ataque como o descrito. Na época ela era funcionária do &lt;a href="http://www.pnud.org.br/" target="_blank"&gt;Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD)&lt;/a&gt;. “Não esqueço essa data”, ela diz, quase sussurrando, falando ao telefone desde o escritório em Nova York onde hoje trabalha para a consolidação da paz, o acesso humanitário e a coordenação cívico-militar do &lt;a href="http://www.onu.org.br/onu-no-brasil/" target="_blank"&gt;Programa Mundial de Alimentos&lt;/a&gt;. Ela saiu ilesa. Mas outros não conseguem esquivar-se do perigo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2014/08/18/sociedad/1408397981_984519.html" target="_blank"&gt;Seguir leyendo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2014/08/18/planeta_futuro/1408397981_984519_1408461722_sumario_normal.png" width="560" height="446" alt="Fonte: Aid Worker Security Database."&gt;&lt;/img&gt;&lt;h3&gt;“Será que a minha vida vai terminar assim?”&lt;/h3&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2014/08/18/planeta_futuro/1408397981_984519_1408400933_sumario_normal.jpg" width="560" height="420" alt="A parteira Gladice Nelly Aymare Mboka, na República Centro-Africana, segura uma menina recém-nascida à qual deram o nome de “pequena Gladice”."&gt;&lt;/img&gt;&lt;p&gt;Em 26 de abril de 2014, o hospital de Boguila (República Centro-Africana) deixou de ser o lugar onde a parteira Gladice Nelly Aymare Mboka, de 35 anos, vivia a felicidade de ajudar a trazer novas vidas ao mundo. Nesse dia, um grupo de pessoas armadas entrou no centro de saúde e atirou em pacientes e profissionais médicos. Três funcionários da organização Médicos Sem Fronteiras, colegas de Nelly, foram assassinados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse momento ela estava descansando na casa da equipe médica, ao lado do hospital. Este é seu relato:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Ouvi tiros. Não conseguimos chegar à sala de segurança para buscar refúgio. Os disparos estavam cada vez mais fortes, e fiquei tão assustada que pensei: ‘Será que minha vida vai terminar assim?’. Falei isso a meus colegas, que se arrastaram no chão para chegar até o banheiro, onde ficamos escondidos, agachados, durante 54 minutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois que tudo ficou em silêncio, fomos ao hospital, onde nos informaram da morte de nossos companheiros. Quando entrei nas salas de internação, uma enfermeira me chamou, chorando, para ir com ela até a área de consultas externas para identificar as vítimas. Ali encontramos três pessoas com vida e as levamos até o setor de urgências, em estado grave.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do medo, estou me sentindo bem outra vez com meu trabalho de parteira em colaboração com a MSF e seu projeto na República Centro-Africana para ajudar pessoas em perigo, prestando assistência de saúde a elas.”&lt;/p&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2014/08/18/planeta_futuro/1408397981_984519_1408401252_sumario_normal.jpg" width="300" height="200" alt="Karl Schembri, responsável pela comunicação da Save the Children no Oriente Médio."&gt;&lt;/img&gt;&lt;img src="https://ep01.epimg.net/elpais/imagenes/2014/08/18/planeta_futuro/1408397981_984519_1408406191_sumario_normal.jpg" width="560" height="382" alt="Uma somali leva seu filho com desnutrição aguda ao funcionário médico da Missão da União Africana na Somália (AMISOM)."&gt;&lt;/img&gt;</content:encoded>
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